You can´t always you get what you want!

Você pode não conseguir tudo o que quer na hora que quer, mas se tentar, já terá ganho!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Campeonato interno de Jiu Jitsu




Domingo, dia 17-09-2010...valendo passagens para United States e 50 kimonos...torçam por mim...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Quer estar por dentro das notícias do mundo óptico?

Simples...acesse o site www.visionmonday.com
Esse site tem um mundo de informações sobre o mundo óptico, ele é a fonte de referencia para as revistas do setor óptico no Brasil e no mundo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

História da Diesel

Diesel

A marca DIESEL, preferida dos jovens “descolados” do mundo inteiro, tornou-se um ícone da moda fashion, principalmente em virtude de seus famosos jeans confortáveis, com cara de usados e caimento impecável, com mais de 40 modelos e 50 tipos de lavagens, que continuam sendo para poucos que gastam muito. A DIESEL, que ousou ao colocar no lado direito do bolso frontal a marca em uma etiqueta transversal, tornou-se um “objeto de desejo”.
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A história
A marca DIESEL foi criada pelos italianos Renzo Rosso e Adriano Goldschmeid, este último dono de uma confecção, no ano de 1978 em Milão. O nome foi escolhido porque a palavra significava exatamente a mesma coisa em qualquer lugar do mundo e podia ser pronunciada da mesma forma em diversos idiomas. Uma indicação clara de criar uma marca de jeans com apelo global. O jeito de simplificar as coisas só deu bons resultados. A DIESEL foi oficialmente lançada no mercado em 1979 através de sua coleção masculina. As calças jeans com aparências de usadas fizeram os varejistas pensarem que Renzo era louco, especialmente quando deu a esses jeans um preço superior. Mas os clientes pensaram de outra maneira, e a marca começou a crescer, especialmente na década de 80 quando teve um crescimento explosivo dentro do mercado italiano, passando a exportar seus produtos já no ano de 1981. Em 1985 Renzo Rosso tornou-se o único proprietário da marca ao comprar a parte de seus sócios, se tornando o grande homem por trás da DIESEL. Cinco anos depois os jeans já eram distribuídos em butiques de 36 países. Foi deste momento em diante que a marca começou um crescimento muito grande. Em 1991 a marca iniciou sua expansão internacional com o slogan “For Successful Living” (algo como “para se viver de forma bem-sucedida”, inspirada em anúncios da década de 50). Em 1996, o empresário italiano deu sua tacada mais ousada: entrou no mercado americano. Instalou sua primeira loja em Nova York, exatamente em frente à maior loja da Levi’s na cidade, em um ato de evidente provocação. O sucesso dos jeans caríssimos e com aparência de anos de uso foi tão grande que o mercado americano tornou-se o maior da marca. Esta década foi o período em que a marca DIESEL mais cresceu graças às exportações. A marca se tornou conhecida por seus catálogos, extremamente radicais e arrojados. A DIESEL vende mais de 25 milhões de calças jeans anualmente. O jeans é feito quase que artesanalmente, num processo que inclui lavagens à mão e água em temperatura controlada. A mão-de-obra é composta basicamente de artesãos: cada costureira da DIESEL ganha o equivalente a cerca de 12 000 reais por mês. Para garantir a pronta entrega para qualquer país, a fábrica deixa à disposição, na Itália, um estoque com cerca de 400 mil peças. Com preços que variam entre US$ 150 e US$ 800 por peça, a DIESEL já deixou para trás, em termos de prestígio, marcas fortes, como a americana Calvin Klein. O sucesso da marca consiste na combinação de criatividade, originalidade, interpretação do futuro, estratégias de comunicação e tecnologia. E muita dose de ousadia, é claro. Antenado ao crescimento e a profissionalização do luxo no mundo, Renzo Rosso, vem expandindo seu poder adquirindo marcas já consagradas como Vivienne Westwood Red Label, NY Industry, Dsquared e belga Martin Margela.
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A linha do tempo
1979
● Lançada a primeira coleção masculina da marca.
1984
● Introduzida a DIESEL KIDS, uma linha de jeans e roupas que combinava cores vivas com design infantil, para as mais novas gerações de “antenados”. Esta sub-marca da DIESEL faz roupas para pessoas de 0-16 anos.
1989
● Lançada a DIESEL FEMALE, primeiras linhas e coleções exclusivamente femininas.
1994
● Introduzida a sub-marca 55-DSL, uma linha de roupas despojadas e arrojadas, destinada aos esportes radicais.
● Ainda este ano lançou sua primeira coleção de óculos.
1997
● Introduzido o primeiro perfume da marca, chamado Diesel Plus Plus. Depois foram lançados outros perfumes como Diesel Zero Plus (1989) e Green (2002).
1998
● Lançamento da linha top DIESEL STYLE LAB (literalmente um “laboratório de estilo” da marca), que primava pela inovação e a ousadia nos tecidos, acessórios e design.
1999
● Introduzida a linha de relógios, em uma parceria com a marca Fossil.
2001
● Introdução da Diesel Denim Gallery Collection, uma coleção limitada de jeans sofisticados e caríssimos, produzidos totalmente à mão em pequenas quantidades.
2002
● Lançamento da coleção Lagerfeld Gallery by DIESEL, criada em parceria com o estilista Karl Lagerfeld. O sucesso foi imediato e as peças sumiram rapidamente das prateleiras da Diesel Denim Gallery, no Soho, em Nova York. Na época do lançamento uma calça exclusiva DIESEL assinada por Lagerfeld custava, no mínimo, o equivalente a R$ 700 - embora algumas peças mais elaboradas chegassem a R$ 5 mil.
2003
● Lançada uma pequena linha de jóias com a marca DIESEL.
2006
● Lançamento, em setembro, da coleção de roupas íntimas para homens e mulheres. Concebida pela equipe criativa da marca, dirigida por Wilbert Das, a linha DIESEL INTIMATE apresentava uma vasta gama de peças, desde as mais ousadas às mais confortáveis e desportivas.
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Campanhas que fizeram história
Não é só o ajuste perfeito do jeans que fez da DIESEL uma das marcas de maior destaque na Itália e no mundo. Além do produto de primeiríssima linha, o que seduz a clientela Diesel, os chamados DIP, Diesel Important People, são as campanhas publicitárias, sempre irreverentes, provocantes e polêmicas. Mais do que comercializar produtos, a marca propõe um estilo de vida e o fato de suas controversas campanhas publicitárias terem imenso apelo junto aos consumidores é inegável. Essas famosas campanhas começaram nos anos 80 e, desde então se caracterizam por possuir um único briefing criativo utilizado no mundo todo e criticar toda a disciplina da publicidade com suas transgressões. Essas campanhas publicitárias, que consomem cerca de US$ 50 milhões por ano, são sempre irônicas e delirantes: as promessas de um viver bem-sucedido são retratadas de forma exagerada e até mesmo absurda. Mostram negros africanos milionários tomando champanhe e comendo caviar em limusines. Ou um casal jovem e sexy, porém maltratado, vestindo jeans moderno e batendo boca em uma desorganizada cozinha dos anos 60, de uma família de brancos pobres. Ou ainda pregam a juventude eterna em anúncios em que modelos de “120 anos” com pele de boneca dão a receita da longevidade. Na década de 80, por exemplo, provocou tremenda polêmica ao veicular uma campanha em que dois marinheiros se beijavam apaixonadamente. A última peça, recém-lançada, segue o mesmo conceito: uma modelo vestida de anjo que faz gestos obscenos para quem olha.
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Uma das ações mais ousadas da marca aconteceu em 2001, quando a garota-propaganda era uma cantora polonesa famosa e decadente chamada Joanna Zychowicz, em cuja existência muitas pessoas passaram a acreditar, com direito a fã-clube, músicas e manchetes escandalosas em um tablóide sensacionalista - tudo “de mentirinha”. O fundador da DIESEL levou pouco mais de duas décadas para transformar uma fabriqueta de calças desbotadas com apelo underground em uma das mais prestigiadas grifes do mundo. E grande parte deste sucesso deve-se a ousada e agressiva linha de comunicação adotada pela marca.
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O hotel
A DIESEL não se contentam em vesti-lo: ela quer hospedá-lo. Tudo começou em 1994 quando Renzo Rosso comprou o decadente hotel Pelican em Miami Beach. Quatros anos depois o hotel, totalmente reformado e decorado pela equipe de estilistas da DIESEL, foi reaberto com o nome Diesel Pelican Hotel. O hotel se transformara em uma hospedaria de primeira classe nem um pouco convencional. Foi criado para ser uma arma extra na estratégia de comunicação da marca e logo virou “point” entre os descolados da moda, da música e do cinema. As trinta suítes foram decoradas cada uma de um modo e receberam nomes inusitados, como “Garota Psicodélica” (um quarto vermelho com cadeiras em forma de coração) e “Uma Fortuna em Alumínio” (com desenhos prateados nas paredes). A decoração era uma interessantíssima mistura de estilos, com mesas e cadeiras dos anos 40 mesclando-se a eletrodomésticos dos anos 60 e bugigangas hi-tech do século 21, como uma televisão de plasma de 50 polegadas na suíte presidencial. Cores fortes nas paredes, ventiladores de botequim no teto, sofás com tecido de zebra, geladeiras antigas encimadas por pingüins de louça, cadeiras Luís XVI. Para alguns, um mau gosto sem tamanho. Para o pessoal da DIESEL (e os seguidores da marca), um grande barato – ou “o único hotel do mundo onde você realmente se sente em casa”. E não parou por aí: toneladas de material foram reaproveitadas de boates, igrejas, escolas e de tudo que tenha sido demolido na Ocean Drive, Miami Beach, uma das avenidas mais descoladas de Miami Beach, pelo designer sueco Magnus Ehrland. “Uma veneração à cultura underground, que remonta aos cineastas John Waters, Pedro Almodóvar e aos desenhos da Disney”, diz o próprio Rosso. Com quartos extravagantes e diárias que chegam a US$ 440, exceto a fantástica suíte presidencial com três quartos voltados para o mar, dois banheiros e TV de plasma (custa US$ 2.500 e só pode ser utilizada quando Renzo Rosso não está nos Estados Unidos), o hotel vive lotado. É lá que a família Rosso (seis filhos de dois casamentos) passa as férias de verão.
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- O gênio por trás da marca
O nome de Renzo Rosso, um italiano de 52 anos filho de agricultores de Brugine, pequeno vilarejo do norte da Itália, já tem seu lugar reservado na história da moda como o criador do império DIESEL. Nascido em Molvena, uma pequena cidade rural no nordeste da Itália, já começou a desenhar suas próprias roupas em 1975, quando era recém-formado em Engenharia Têxtil. Costuma dizer: “Comecei desenhando roupas para mim e para os meus amigos. Queria dinheiro para comprar uma lambreta, só isso. Mas acabei indo um pouco mais longe”. Na mesma época, teve a idéia de criar o Genius Group (do inglês, “grupo de gênios”), uma união de forças de várias pequenas confecções da região, iniciativa que deu origem a marcas bem-sucedidas como Katherine Hamnett, Ten Big Boys e, obviamente, DIESEL. Nos anos 90, o estilista foi nomeado “Empresário do Ano” pela empresa norte-americana de consultoria empresarial Ernst & Young e mencionado pela revista inglesa Select entre as 100 pessoas que mais contribuíram para moldar o novo milênio. Apesar da marca DIESEL ter crescido absurdamente, ele ainda acompanha cada detalhe de perto, desde reuniões de rotina até o processo de seleção de novos funcionários. O lema desse visionário, apaixonado pelo trabalho, é “a Diesel não é a minha empresa, é a minha vida”.
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Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 1978
● Fundador: Renzo Rosso e Adriano Goldschmied
● Sede mundial: Molvena, Vicenza
● Proprietário da marca: Diesel S.p.A.
● Capital aberto: Não
● CEO: Renzo Rosso
● CFO: Antonio Sperati Ruffoni
● Faturamento: US$ 1.6 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 400
● Presença global: 98 países
● Presença no Brasil: Sim (3 lojas)
● Maiores mercados: Estados Unidos, Inglaterra e Japão
● Funcionários: 3.500
● Produção: 25 milhões jeans/ano
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Calças jeans e roupas casuais
● Outras marcas: 55-DSL e Diesel Kids
● Ícones: A etiqueta vermelha e seus jeans
● Slogan: For Successful Living.
● Website: www.diesel.com
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A marca no mundo
A marca de jeans mais cobiçada da atualidade e admirada por astros como Nicole Kidman, Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Brad Pitt, Bruce Willis, Gisele Bundchen, Tom Cruise, Dennis Quaid, Bono Vox, Lenny Kravitz, John Gagliano e Karl Lagerfeld, que tem sede na cidade de Molvena, norte da Itália, está presente em mais de 98 países com cerca de 400 lojas próprias, controlando 15 subsidiárias na Europa, Ásia é América, e empregando mais de 3 mil pessoas. A marca tem cerca de 30 Flagship Stores (lojas âncoras) em cidades como Nova York, Londres, San Francisco, Berlim, Barcelona, Paris, Tóquio, Hong Kong e Roma, além de lojas menores em cidades como Santa Monica, Antuérpia e São Paulo. Hoje, 85% de suas receitas (US$ 1.6 bilhões) vêm do exterior, sobretudo dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Japão. A loja do shopping Iguatemi, o mais sofisticado de São Paulo, é a que mais vende por metro quadrado no mundo.
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Você sabia?
● A marca foi incluída no ranking das mais luxuosas do mundo, ao lado de BMW, Rolex e Chanel.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).


Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/diesel-for-successful-living.html#ixzz0v6QG5gR2

Diesel

Diesel firma contrato de cinco anos com a Marcolin.
Maiores informações visite o site www.marcolin.com

sexta-feira, 12 de março de 2010

História da Christian Louboutin

CHRISTIAN LOUBOUTIN

Comecem a reparar nas fotografias tiradas nos “Red Carpets” ou os famosos tapetes vermelhos onde as celebridades param para ser clicadas. Reparem que as mulheres se viram de lado e erguem levemente o pé para mostrar um solado vermelho. Esta é a marca registrada que consagrou Christian Louboutin, um dos maiores designers de sapatos do momento. O francês é um dos nomes atuais que dita a moda nos pés das celebridades de Hollywood. E é fácil reconhecer à distância quem calça seus modelitos. Sola vermelha e saltos altíssimos aos quais nem Angelina Jolie, mesmo grávida, resiste. Além dela, a lista de clientes ilustres inclui a superfashion Victoria Beckham, Katie Holmes, Nicole Richie e Dita Von Teese. Todas mulheres lançadoras de tendências e que sabem se equilibrar com leveza em cima do salto.
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A história
Antes que a maioria das mulheres comuns conseguisse decorar Manolo Blahnik, o peculiar nome que se transformou em sinônimo dos sapatos mais chiques do planeta, outro estilista, de nome mais complicado ainda, vai assumindo a posição de autor do salto agulha que toda consumidora louca por moda (e com a carteira recheada de dinheiro) precisa ter. Christian Louboutin, mistura de francês com vietnamita, não é novato no ramo, mas agora chegou ao topo, segundo as caprichosas preferências do mercado de luxo. Tem duas marcas registradas: o salto altíssimo (na faixa dos 12 a 13 centímetros) e a sola pintada de vermelho-sangue.
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Em entrevista à apresentadora americana Oprah Winfrey, ele contou que a idéia de pintar a sola veio num momento em que ele achava que suas criações precisavam de um toque especial. “Uma funcionária minha sempre pintava as unhas. Um dia peguei o esmalte dela, passei na sola, e o sapato ganhou vida”. Depois disso, nunca mais os solados de um LOUBOUTIN passaram despercebidos. Em 1979, com apenas 15 anos, ele já conhecia a noite parisiense, as salas de música e teatro da cidade e, vidrado por esse universo sensual, decidiu criar sapatos para vender às dançarinas do Moulin Rouge e do Folies Bèrgere.
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Fascinado por sapatos desde criança, o designer usou como base de suas primeiras coleções rascunhos de infância feitos em seus cadernos de escola. Sem loja, ele ia a cabarés e boates para vender seus sapatos. “As mulheres ficavam nuas, mas continuavam calçadas”, contou ele certa vez em uma entrevista à revista Marie Claire. Na época, porém, eram freqüentes os “nãos” de mulheres que alegavam não ter dinheiro. Ex-aprendiz do mestre Charles Jourdan (com ele aperfeiçoou os mais ou menos 100 passos para a confecção de um salto agulha perfeito) no começo da década de 80, Louboutin trabalhou para grandes grifes, como Christian Dior, Chanel e Yves Saint Laurent, e até como paisagista e colaborador da Vogue, antes de se estabelecer, com a Judá de dois amigos, por conta própria em Paris, no ano de 1992, com a inauguração de sua primeira loja na Galeria Vero-Dodat, uma elegante galeria parisiense próxima ao Museu do Louvre.
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Um exemplar da sua primeira fornada foi direto para o acervo permanente do Instituto de Moda do Metropolitan Museum de Nova York. A segunda coleção, intitulada “Trash”, não tinha nada de lixo, mas utilizava como decoração bilhetes de ônibus, tampas de latinha de cerveja e outras traquitanas do cotidiano. Quatro meses após a inauguração da boutique, uma jornalista americana da W Magazine estava em Paris para descobrir novos endereços “trend” na cidade. Foi quando ela ouviu uma animada conversa de duas mulheres sobre os sapatos da boutique de Christian Louboutin; uma delas era a Princesa Caroline de Mônaco. A matéria foi publicada, o negócio decolou e o resto é história.
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Os sapatos de Louboutin não são mesmo para qualquer uma. Dois anos mais tarde, em 1994, a grife inaugura uma loja na cidade de Nova York. Um modelo básico custa em torno de US$ 500, mas pode ultrapassar a cifra de US$ 1.000 dependendo do material com o qual é feito. O preço não é exatamente de obra de arte, mas o designer já transformou seus sapatos em peças dignas de exposição, literalmente. No ano passado, o cineasta David Lynch, de quem é amigo íntimo, fotografou os modelos e organizou uma mostra em Paris em 2007. Recentemente o estilista, famoso por seus sapatos de salto alto que viraram hit fashion, apresentou uma novidade que deixou muita gente surpresa: um tênis. O par de tênis, estampado e texturizado como um leopardo, estava a mostra em recente evento para a imprensa, organizado pela marca.
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No dia 22 de abril de 2009, CHRISTIAN LOUBOUTIN inaugurou no shopping Iguatemi sua primeira loja na América Latina. Dividido em três salas, uma delas fechada por espelhos para atendimentos particulares, o novo local apresenta os sofisticados e inconfundíveis sapatos de solado vermelho-sangue. E, mesmo com a crise, o projeto de expansão iniciado em 2007 deve seguir em frente. Uma loja em Dubai, uma no Japão e outra em Miami estão nos planos de 2009. E uma segunda loja no Brasil nos próximos dois anos também não está descartada. Não à toa, que as exportações representam 95% de suas vendas, que, desde 2005, apresentam crescimento de 30% a 40% ao ano. Com perspectiva de aumentar ainda mais com o lançamento da linha de bolsas - cujo preço, na Europa, vai de 800 euros a 1,3 mil euros - e a previsão de inaugurar 15 lojas nos próximos três anos.
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Estilo próprio
O estilista conquistou o mundo da moda com modelos completamente despojados, primando pelo design e pela combinação de cores e adornos arrojados, com saltos que já chegaram a 25 centímetros de altura, num modelo feito por encomenda. Nas lojas, o máximo à venda são 16 centímetros de altura, mas Louboutin revela que a média dos modelos fica com módicos sete ou oito centímetros. Há ainda, pasmem as apreciadoras das pequenas torres criadas pelo francês, os modelos rasteiros, totalmente no chão. Mas foi na esfera das festas, dos tapetes vermelhos, das ocasiões em que todo mundo comenta o que todo mundo usa que Louboutin se superou – como bem atestam freguesas fiéis como Caroline de Mônaco, Nicole Kidman e, surpresa, Sarah Jessica Parker. Seus sapatos são fabricados na Itália e criados no atelier do designer, em Paris. Seu modelo mais caro, chamado de Lady Rings, é de camurça com cristais, e tem preço de 1.290 euros (3.800 reais). O Pesce, fazendo jus ao nome, desenha com recortes de couro uma exótica carpa. O preço médio fica em torno dos 500 euros. Recentemente, dois modelos feitos em parceria com o bordador Jean-François Lesage, em homenagem a Maria Antonieta, prometem virar peça de museu. Produzidos em edição limitada de apenas 36 pares, as peças foram colocadas à venda por US$ 6.295 apenas na butique da Madison Avenue, em Nova York.
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1992
● Fundador: Christian Louboutin
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: Christian Louboutin
● Capital aberto: Não
● CEO: Christian Louboutin
● Estilista: Christian Louboutin
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 17
● Presença global: 50 países
● Presença no Brasil: Sim (1 loja)
● Funcionários: 300
● Segmento: Moda
● Principais produtos: Sapatos e bolsas
● Ícones: As solas vermelhas dos sapatos
● Website: www.christianlouboutin.com
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A marca no mundo
A grife CHRISTIAN LOUBOUTIN possui atualmente 17 lojas próprias e 150 pontos de venda (localizados dentro de famosas lojas de departamento) em 50 países ao redor do mundo. Suas lojas estão localizadas em cidades cosmopolitas como Paris, Londres, Nova York, Los Angeles, Moscou, São Paulo, Cingapura, Hong Kong e Jacarta. Os Estados Unidos, onde a marca possui 5 lojas, é responsável por 40% de suas vendas.
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Você sabia?
● Na pele da personagem Carrie Bradshaw, da série Sex and the City, a atriz americana se tornou a maior propagandista de Manolo Blahnik, mas se casou na vida real usando um LOUBOUTIN – de sola azul, a cor exclusiva dos sapatos de noiva da marca.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).



Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2009/04/aviso.html#ixzz0hy0y5V7Y

quinta-feira, 4 de março de 2010

História da Montblanc

Montblanc

Escrita macia, corpo lustroso (muitas vezes cravejado de diamantes, rubis, esmeraldas ou safiras, e revestido com diferentes materiais como ouro, aço-inox ou fibra de carbono) e exemplares de 15 centímetros que podem valer um Jaguar. Quem tem muito dinheiro, uma certa noção de luxo e algo precioso a assinar, não “poupa esforços” para tê-las em mãos. Desde executivos e casais de noivos a chefes de governo, ou até mesmo papas, só existe uma opção: a perfeição artesanal de MONTBLANC. Tudo isto em um mundo dominado pelas esferográficas descartáveis, é sem dúvida uma prova de sofisticação. A marca passou a ser referência no segmento de canetas de luxo. Uma Meisterstück, hoje em dia, é sinônimo de poder, status e estilo. No centro financeiro de Wall Street, em Nova York, os economistas e analistas da bolsa de valores chamam a famosa caneta simplesmente de power pen, já que é usada (também) na assinatura de acordos importantes no mundo dos negócios.
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A história
A tradicional e famosa empresa de canetas foi fundada em 1906, na cidade alemã de Hamburgo, por Claus-Johannes Voss, dono de uma papelaria, o banqueiro Christian Lausen e o engenheiro Wilhelm Dziambor, para produzir e fornecer as melhores canetas tinteiro, com o nome de Simplo Filler Pen Company. Trocou seu nome em 1910, passando a se chamar MONTBLANC, inspirado no Mont Blanc, a montanha mais elevada da Europa. A estrela da MONTBLANC torna-se marca registrada da empresa em 1913, que passa a ser a primeira fábrica estabelecida no quarteirão de Hamburg Schanzen. A famosa estrela branca representava a imagem deixada pela neve eterna no cume da famosa montanha, tornando-se símbolo da empresa, figurando como uma assinatura e uma referência de elevada qualidade, sofisticação de design e apurado estilo de vida. Somente em 1919 foi inaugurada a primeira loja da marca na cidade de Hamburgo. Outras lojas são inauguradas em Berlim, Leipzig, Breslau, Hanover e Bremen.
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A grife alemã entrou para o Olimpo das marcas de luxo em 1924, com o lançamento da Meisterstück (“obra de mestre”, em alemão), legendária caneta-tinteiro com design tão atemporal e matérias-primas tão inovadoras, que, para sempre, se transformaria no carro-chefe da empresa. Dela derivaram todas as canetas da coleção Meisterstück, incluindo as concorridas canetas de edição limitada, lançadas anualmente, a partir de 1992 em homenagem a personalidades históricas que foram Patronos das Artes em seu tempo. Seus exemplares passam de pai para filho e a marca continua lhes fornecendo garantia perpétua. O próprio Museu de Arte Moderna de Nova York homenageia essa obra-prima do design, mantendo uma Meisterstück 149 em sua exposição permanente. Ao final da década de 20 os produtos com a marca da empresa já eram comercializados em mais de 60 países ao redor do mundo. No ano de 1935 foi lançada a tradicional garantia da marca, demonstrando que sempre pagava para os consumidores optarem pelo melhor. Ainda neste ano foi inaugurada uma unidade de produção de artigos de couro em Lämmerspiel, próximo a Offenbach, para a fabricação de pequenos produtos de luxo.
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Em 1946, as instalações da empresa haviam sido destruídas pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial e durante o tempo de reconstrução as canetas eram produzidas na Dinamarca. O famoso slogan “The Art of Writing” (A arte de escrever) foi lançado em 1986 e tornou-se um sinônimo da marca MONTBLANC para produtos refinados e clássicos. Em 1987 várias iniciativas internacionais de patrocínio à literatura, balé e música marcam o início do compromisso mundial da MONTBLANC com a cultura. Os anos 90 começaram com a inauguração da primeira loja no ano de 1992 em Hong Kong. Depois do sucesso da fabricação de canetas de luxo, a marca resolveu investir em outros acessórios como relógios (1997), óculos, peças de joalheria, artigos de couro, perfumes e produtos da linha corpo e banho, como desodorantes e loções pós-barba. Essa diversificação começou em 1993, quando comprou uma tradicional fábrica de couro (Karl Seeger Lederwarenfabrik) em Offenbach, na Alemanha e começou a fazer agendas, pastas executivas e blocos de anotação. O material: couro de carneiro. Os animais eram confinados em pastos onde não havia arames farpados que pudessem machucá-los para não danificar a qualidade do couro.
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Depois que foi comprada pelo grupo suíço Richemont, a MONTBLANC passou de referência em canetas a símbolo de lifestyle. A caneta modelo clássico (que podemos chamar de básico) custa em torno de €300. Uma jóia rara é o modelo com 4.810 brilhantes que vale a bagatela de €125 mil. O presidente norte-americano George W. Bush quase chegou a ganhar uma das cobiçadas canetas-tinteiro cravejadas de brilhantes, só não pode aceitá-la porque o cargo só lhe permite presentes de empresas com um valor limite de US$ 200.
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A linha do tempo
1909
● Introduzida a caneta tinteiro Rouge et Noir, que tinha o corpo todo preto e a ponta superior vermelha.
1910
● Lançamento da caneta tinteiro com o nome MONTBLANC, inspirado no pico de mesmo nome.
1924
● Lançada uma das vedetes da marca, a caneta Meisterstuck, que até os dias de hoje mantém o mesmo design, sendo um ícone da escrita no mundo inteiro.
1983
● Lançamento da Meisterstück Solitaire Collection, a preciosa versão em ouro maciço, prata de lei e prata banhada a ouro.
● A caneta-tinteiro Meisterstück Solitaire 149 em ouro maciço entra para o Guinness Book como a caneta mais cara do mundo.
1992
● A empresa lança sua primeira Edição Limitada Patrono das Artes no mercado internacional: a caneta-tinteiro dedicada a LORENZO DE MEDICI – uma réplica da MONTBLANC dos anos 20 e que prestava homenagem ao grande patrono das artes do passado. São feitos somente 4.810 exemplares. A cada ano uma nova edição limitada seria acrescentada à coleção.
● Lançamento da Edicão Limitada dedicada aos Escritores, com uma homenagem a Ernest Hemingway.
1994
● A Solitaire Royal, caneta-tinteiro coberta de 4.810 brilhantes, entra para o Guinness Book como a caneta mais cara do mundo.
1995
● Lançou oficialmente sua coleção de acessórios em couros (pastas, bolsas, agendas) para trabalho e viagens.
1996
● Ingressou no mercado de jóias com o lançamento da linha Meisterstück Ewellery, composta por abotoaduras, pulseiras e outros acessórios para homens.
1997
● Lançou sua linha própria de relógios e óculos denominada Meisterstück Collection.
● Lançamento da Meisterstück Jewellery Line, acessórios de luxo para homens.
2000
● Lançamento da coleção Bohème, com design mais arrojado, inspirado nos ideais hedonistas, e nas canetas de aço e fibra de carbono, numa demonstração inequívoca da maestria da MONTBLANC em manejar os mais diversos mercados, materiais e acompanhar as tendências do design, transformando tudo o que faz em objeto de desejo.
● Lançamento da caneta de Edição Limitada “Montblanc Precious Dragon”. Esta coleção inclui instrumentos de escrita e acessórios de joalheria, feitos à mão pelo studio/ateliê MONTBLANC.
2001
● Lançou seu primeiro perfume, o Presence, além de introduzir uma linha de bolsas e pastas para mulheres feitas à mão chamada Ladies Business Bags Collection.
2002
● Apresenta no Salon International de la Haute Horlogerie em Genebra a Profile Collection, primeira coleção de relógios de pulso retangulares.
● Inauguração em outubro da Montblanc Flagship Boutique na Champs-Elysées em Paris, introduzindo um novo conceito de decoração de lojas, desenvolvido pelo famoso arquiteto francês Jean-Michel Wilmotte.
2004
● Lançamento da caneta exclusiva em homenagem a J.P. Morgan. Com tiragem limitada a 4.810 exemplares, o modelo fazia parte da coleção Patrono das Artes. Uma vez esgotada a tiragem, a caneta Patrono das Artes tem suas matrizes destruídas, garantindo que jamais voltarão a serem produzidas, aumentando o seu valor como peça de coleção.
2006
● Lançou a Montblanc 100 Years Solitaire Mountain Massif Skeleton, em comemoração ao centenário da empresa. Moldada em ouro 18 quilates, com 123 diamantes azuis ao longo de seu corpo, o mais brilhante com 43 facetas, lapidação exclusiva da marca, que levou oito anos para ser desenvolvida, incrustado no topo. O valor, apenas US$ 175 mil. A venda, só sob encomenda. Menos de 24 horas depois do lançamento a empresa tinha 60 interessados na lista. -
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A garantia
A MONTBLANC desenvolveu o sistema intitulado Quo Vadis (em português para onde vais?). O clipe de cada caneta recebe um número único, gravado a laser, que corresponde a um código de barras. Este é registrado com o número do cliente, no momento da entrega do produto. Assim, se a caneta-tinteiro aparecer em um ponto de vendas não-autorizado, a empresa sabe a quem perguntar como isso aconteceu. Essa garantia é apenas o último estágio de um processo de fabricação rigoroso. A fabricação das penas de luxo envolve muito trabalho manual, sobretudo feminino. As até 60 etapas de sua produção podem levar até um mês. Se as duas metades da pena não são absolutamente retas, ela arranha, ao invés de escrever. Para garantir a incomparável sensação de uma escrita macia a precisão absoluta é fundamental. No caso da Montblanc, as penas são cuidadosamente cortadas com lâminas de diamante. Outro ponto crucial é o lustroso corpo da caneta, cuja matéria-prima é um granulado de resina nobre. Sua composição exata é um segredo comparável ao da fórmula da Coca-Cola.
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Os slogans
World-famous by quality and elegance. (1963)
Responsible with Montblanc. (1968)
The art of writing. (1986)
The art of writing your life. (1997)
New one look. New one mood. New times. (2001) -
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Dados corporativos
● Origem: Alemanha
● Fundação: 1906
● Fundador: Claus-Johannes Voss, Wilhelm Dziambor e Christian Lausen
● Sede mundial: Hamburgo
● Proprietário da marca: Richemont Group
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Johann Rupert
● CEO & Presidente: Lutz Bethge
● Faturamento: €1 bilhão (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 380
● Presença global: + 90 países
● Presença no Brasil: Sim (8 lojas)
● Produção: 3 milhões canetas/ano
● Funcionários: 2.500
● Segmento: Acessórios de luxo
● Principais produtos: Canetas e acessórios em couro, relógios, jóias e perfumes
● Ícones: A caneta Meisterstück e a estrela branca de seu logotipo
● Slogan: The Art of Writing.
● Website: www.montblanc.com
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A marca no mundo
Atualmente a marca conta com 380 lojas próprias e 9 mil pontos de vendas em mais de 90 países, produzindo cerca de 3 milhões de canetas por ano. Cerca de 45% do faturamento da marca provém da venda de canetas, 30% dos relógios e 20% dos acessórios de couro. A tradicional empresa familiar pertence ao grupo suíço Richemont, proprietário de marcas luxuosas como Cartier, Piaget e A.Lange & Söhne.
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Você sabia?
● A gravação do número 4.810, na pena de cada caneta-tinteiro, corresponde à altura do monte MONTBLANC.
● Hoje, a cidade de São Paulo está entre as três no mundo (com Paris e Hong Kong) a possuir cinco lojas da marca.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).



Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/montblanc-art-of-writing.html#ixzz0hFVMhigX

História da Cartier

CARTIER

Alianças famosas, anéis clássicos e relógios luxuosos fazem parte do universo chique da marca mais tradicional no segmento de joalherias: a CARTIER. Uma das mais antigas joalherias do mundo, satisfazendo aos caprichos igualmente da realeza e das estrelas do cinema, a CARTIER goza de uma reputação por vender apenas jóias e acessórios da mais alta qualidade. A grife, que segue a filosofia “Inovar sem perder a classe, transformar com bom gosto e ser a vanguarda da criação com a audácia da excelência”, é sinônimo de luxo desde que foi lançada.
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A história
A história da tradicional joalheria começou em 1847, quando Louis-François Cartier assumiu o controle da pequena oficina de jóias de seu tio, Adolphe Picard, localizada no número 29 da Rue Montorgueil, na rua mais cara e chique de Paris, e patenteou sua própria marca, o famoso coração entre suas iniciais L e C num losango. Surgia a Mason Cartier. Apenas quatro anos depois, Napoleão III subiu ao poder, e através da Condessa Nieuwerkerke, o jovem Cartier tornou-se fornecedor da Corte Real. Em 1853, implantou o atendimento personalizado e elitizado, abrindo suas portas para uma clientela privada e exclusiva. Pouco depois, em 1859, alugou uma sede no Boulevard des Italiens, cuja vizinhança era a mais sintonizada na moda em Paris. As jóias de CARTIER eram caracterizadas por um toque leve, arejado, em contraste com os ornamentos formais e pesados do período. Em 1872 seu filho, Alfred, entrou como sócio no negócio e expandiu-os consideravelmente. Isto incluiu relógios, que Louis-Francois tinha apenas mostrado interesse. Seu outro filho, Louis, também entrou na sociedade em 1898, e a loja passou a se chamar Alfred Cartier & Fils. No ano seguinte a loja mudou de endereço indo para a 13 Rue de La Paix e transformou o Bairro Vendôme no coração internacional da joalheira.
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A CARTIER de Londres foi aberta em 1902 no número 4 da New Burlington Street, comandada por Pierre Cartier. Nesta época a grife recebeu um pedido de 27 tiaras e diademas para a cerimônia de coroação de Eduardo VII, o rei da Inglaterra, que declarou “Cartier, joalheiro dos reis, rei dos joalheiros”. Dois anos mais tarde, o rei honrou CARTIER com o certificado de Fornecedor da Corte e a marca se impôs como a mais prestigiosa do mundo. Inovador, Louis Cartier assina, em 1904, o primeiro relógio de pulso com pulseira de couro do mundo, desenvolvido especialmente para seu grande amigo, o aviador brasileiro Santos Dumont, que reclamou da não comodidade dos relógios de bolso durante os vôos. Cartier assumiu o desafio, desenhando um relógio de pulso plano com um peculiar aro quadrado. Porém, somente em 1911 esse relógio começa a ser comercializado e hoje, mais de 90 anos depois, a coleção de relógios Santos Dumont conserva todos os seus parafusos.
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Em 1906, Louis e seu irmão mais novo, Pierre, fundaram a Cartier Fréres. Ainda nesse ano, Jacques Cartier assumiu a loja de Londres e a empresa produziu suas primeiras jóias em estilo Art Deco, com formas abstratas e geométricas. Em 1909, Pierre Cartier, abre loja em New York, localizada no número 712 da badalada Fifth Avenue. No ano seguinte a marca abriu lojas em Moscou e no Golfo Pérsico. Em 1942, Louis Cartier faleceu, e seus sucessores foram incapazes de continuar sem o seu gênio artístico. Como resultado, a companhia tornou-se financeira e artisticamente estagnada. No início dos anos 70, um grupo de investidores, liderados por Robert Hocq, comprou as três Maisons Cartier (Paris, Londres, Nova York) e assumiu a grife. Neste momento, a CARTIER passou de uma empresa familiar para uma multinacional e a marca ganhou um sopro de juventude e de modernismo tendo Alain Perrin como seu principal executivo. Em 1973, foi criado o conceito Les Must de Cartier (desenvolvimento de produtos como jóias, óculos e acessórios em couro mais acessíveis e modernos, mas com a tradição CARTIER). Foi o momento da ampliação da oferta de produtos (artigos de couro, canetas e isqueiros) e, conseqüentemente de clientes. Em 1978 todo grupo é unificado em uma única empresa chamada Cartier Monde. A Maison continua a desenvolver-se sem perder seu refinamento e tradição. Aparece a linha de perfumes, novos modelos de relógios, artefatos em couro, além da “Colection Ancienne Cartier”, a qual reúne peças para mostrar a evolução histórica e artística da joalheria. Mais tarde tal coleção passa a se chamar “Cartier Collection”.
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A loja CARTIER de Nova York decorada para o Natal
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Nos anos seguintes a marca inaugura inúmeras lojas em cidades cosmopolitas. Entre as inaugurações de butiques pelo mundo, um dos destaques atuais foi a instalação, em 2003, na chique Avenue des Champs Elysées, número 154. Um novo cenário para o espírito CARTIER, grife que descobriu que a platina é mais duradoura que o ouro branco e desenvolveu o diamante em forma de baguete (retangular).
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A linha do tempo
1888
● Lançamento dos primeiros relógios de pulso da joalheria.
1906
● Introduz a primeira caneta com linhas ovais.
1910
● Produz um anel com o diamante azul Hope, de impressionantes 44 quilates.
1911
● Lançamento do relógio The Santos, inspirado no modelo feito por Louis em 1904 para o aviador Santos Dumont.
1912
● Lançamento do relógio Cométes.
● Também são lançados os relógios Baignoire e Torture, produzidos até os dias de hoje.
1914
● Atendendo a um pedido do Duque de Windsor, a CARTIER confeccionou um broche motivo Panthére em platina, sobre uma safira caxemira em cabochão de 152,35 quilates, a fim de presentear sua esposa. A partir daí as jóias com a pantera passam a ser desejadas pelas mulheres e o sucesso imediato fez com que a rainha dos felinos se tornasse um dos símbolos da refinada Maison.
1924
● Lançamento do anel de três argolas com três colorações de ouro, conhecido nos Estados Unidos como Trinity. O legendário anel foi criado especialmente para um amigo de Cartier, o poeta Jean Cocteau. Trata-se de um anel com as cores do ouro: branco para a amizade, amarelo para a fidelidade e rosa para o amor. São as três alianças que formam um dos símbolos da CARTIER.
1933
● Lançamento do primeiro relógio a prova d'água do mundo, o Pasha.
1970
● O famoso “Love Bracelete” é criado pela CARTIER de Nova York, obra de Aldo Cipullo.
1978
● Lançamento do relógio The Santos em ouro e metal.
1981
● Lançamento dos perfumes The Must de Cartier e Santos.
1993
● Lançamento dos relógios de maquinismo Chrono Reflex para os modelos Pasha de Cartier, Cougar e Diabolo de Cartier.
● Lançamento das mini-carteiras Panthère em crocodilo pastel.
2001
● Lançamento da coleção de jóias Meli Melo à base de pedras brasileiras, como a água-marinha e a granada laranja.
● Lançamento da revista Cartier Art que perpetua três valores fundamentais da marca: criatividade, autenticidade e originalidade.
2003
● Criação da coleção Lês Délices de Goa, uma coleção de jóias confeccionadas com pedras coloridas.
● Lançamento do perfume feminino Lê Baiser du Dragon.
2005
● Lançamento da nova coleção de relógios Santos 100, confeccionados em aço, em comemoração aos 100 anos de criação da série Santos Dumont. Após 100 anos, o relógio conserva todos os seus parafusos originais e somente 5 artesãos no mundo sabem como montá-lo com perfeição.
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Clientes famosos
Na história da CARTIER, há muitas pessoas famosas que foram clientes fiéis, como o Duque e a Duquesa de Windsor e o ator Richard Burton, comprou para Elisabeth Taylor o diamante Burton-Taylor, de 69,42 quilates. Hoje em dia, a atriz italiana Monica Bellucci (protagonista de filmes como Matrix Reloaded, Malena e A Paixão de Jesus Cristo) é a embaixadora internacional da marca.
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1847
● Fundador: Louis-François Cartier
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: Richemont Group
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Johan Rupert (Richemont)
● CEO & Presidente: Bernard Fornas
● Faturamento: US$ 3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 3.968 bilhões (2009)
● Lojas: + 230
● Presença global: + 130 países
● Presença no Brasil: Sim (3 lojas)
● Segmento: Joalheria
● Principais produtos: Jóias, relógios e perfumes
● Ícones: As alianças e relógios
● Website: www.cartier.com
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O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca CARTIER está avaliada em US$ 3.968 bilhões, ocupando a posição de número 77 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no Brasil
A joalheria está presente no Brasil desde o inicio dos anos 70, inicialmente representada pela Natan. Em junho de 1997, com resultados encorajadores, a CARTIER decide vender suas exclusivas jóias no país. Assim, inaugura sua primeira loja na rua Haddock Lobo, em São Paulo. Com o êxito obtido e uma rede de revendedores pequena, mas qualitativa, decide abrir, em dezembro de 1999, uma outra loja em Ipanema, no Rio de Janeiro permitindo assentar a marca nas duas principais cidades do país. Recentemente a terceira loja da grife foi inaugurada dentro da luxuosa Daslu.
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A marca no mundo
A CAERTIER, maior joalheria do mundo, produz e vende além de jóias, relógios, perfumes, artigos em couro e acessórios, em suas 230 lojas próprias e revendedores licenciados (cerca de 10 mil) em 123 países ao redor do mundo. Aproximadamente 3/4 das vendas provém de jóias e relógios. A CARTIER, hoje, integra o Grupo Richmont, um dos três maiores conglomerados que controlam o mercado de luxo.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/cartier-o-melhor-das-jias.html#ixzz0hFQxhHcg

segunda-feira, 1 de março de 2010

História da Chloé

CHLOÉ

Ela é charmosa, delicada, feminina, jovem e audaciosa. Não, ela não é nenhuma celebridade, e sim a marca francesa CHLOÉ, considerada uma das grifes favoritas do universo jovem na atualidade. Hoje, belas estrelas caem de amores por esta nova forma de elegância, assim como as estrelas de Hollywood do passado também fizeram antes delas.
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A história
A história começou em 1952 quando Gaby Aghion, uma parisiense nascida no Egito, de beleza negra, estilo boêmio e que queria lançar uma marca que representasse um prêt-à-porter de luxo e libertasse as mulheres dos rígidos padrões da moda da época, juntamente com seu sócio, o empresário Jacques Lenoir, fundou a empresa que levava o nome de CHLOÉ, escolhido pelo caloroso apelo feminino. Quatro anos mais tarde, em 1956, aconteceu o desfile de estréia no famoso Café de Flore, reduto dos existencialistas e artistas da capital francesa, quando a grife apresentou peças com tecidos finos, delicadamente femininas, leves e românticas que rejeitavam a rígida formalidade da moda da década de 50. Desde a sua criação, a marca sempre contratou para assinar suas coleções jovens estilistas talentosos como Christiana Bailly, Michèle Rosier, Maxime de la Falaise, Graziella Fontana, Tan Giudicelli, Guy Paulin e Carlos Rodriguez.
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Nos anos 60, a CHLOÉ fez parte da geração que definiu o que viria a ser o prêt-à-porter francês, apostando em roupas jovens e modernas, com um espírito delicadamente audacioso. Principalmente depois que o jovem Karl Lagerfeld assumiu a direção criativa da marca em 1966, e transformou a CHLOÉ na marca preferida de grandes celebridades como Jackie Kennedy, Brigitte Bardot, Maria Callas e Grace Kelly na década de 70. A grife inaugurou sua primeira loja própria em 1971 na Rua Gribeauval em Paris e lançou seu primeiro perfume em 1975. Nesta década, a marca com suas blusas românticas de gaze e longas saias, definiu o visual de uma geração. No ano de 1985 a marca francesa foi adquirida pelo grupo de luxo Richemont e sua notoriedade mundial aumentou ainda mais. Os anos 90 foram marcados pelo lançamento de vários perfumes como o Narcisse (1992) e o Innocence (1996).
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No final da década de 90, já com uma imagem desgastada e antiga no mercado da moda, a grife francesa resolveu dar uma enorme reviravolta apostando no rejuvenescimento de sua marca, principalmente com a estilista Stella McCartney, que a partir de 1997 assumiu a direção criativa da CHLOÉ. Com a saída da herdeira de Paul McCartney em 2001, sua ex-assistente, Phoebe Philo, assumiu o comando criativo da marca. Rapidamente a jovem estilista imprimiu um toque pessoal e sensual nas coleções da CHLOÉ, que atraíram jovens celebridades como Kirsten Dunst, Natalie Portman e Lou Doillon. Em 2002, a marca lançou no mercado sua primeira coleção de bolsas, sapatos e artigos de couro. Rapidamente a bolsa Paddington se tornou um dos ícones da CHLOÉ e um enorme sucesso de venda.
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Pouco depois, em 2004, a marca lançaria do mercado a See By Chloé, caracterizada pelos desenhos e linhas românticas, modernas e juvenis de tops, shorts, mini-saias, calças, vestidos e blusas. No dia 11 de outubro de 2006, Paulo Melim Andersson assumiu as rédeas e passou a ser o diretor artístico da marca. No ano seguinte a CHLOÉ foi a primeira marca de luxo a oferecer uma versão estilizada do iPhone através de sua loja na Internet. Recentemente, em 2008, depois de uma estreita colaboração no desenvolvimento de fragrâncias, Hannah MacGibbon assumiu o cargo de diretora artística, apresentando sua primeira coleção no mês de março de 2009.
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Atualmente a marca tenta agora atrair jovens celebridades para renovar a imagem, apostando em peças casuais (embora os preços continuem nas alturas). Liv Tyler é uma das entusiastas da marca atualmente: ela comprou recentemente três pares dos jeans que têm detalhes trançados - e fez aparições públicas com todos eles enquanto promovia o filme Jersey Girl. Além disso, a CHLOÉ está passando por uma rápida expansão internacional com aberturas de novas lojas.
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Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1952
● Fundador: Gaby Aghion e Jacques Lenoir
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: Compagnie Financiere Richemont AG
● Capital aberto: Não
● Chairman: Ralph Toledano
● Diretor criativo: Hannah MacGibbon
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 40
● Presença global: 65 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 350
● Segmento: Moda
● Principais produtos: Moda prêt-à-porter, acessórios e perfumes
● Ícones: A bolsa Paddington
● Website: www.chloe.com
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A marca no mundo
A CHLOÉ, que comercializa moda prêt-à-porter, acessórios e perfumes, possui atualmente mais de 40 lojas próprias espalhadas pelas principais cidades do mundo (Paris, Londres, Tóquio, Hong Kong, Shanghai, Los Angeles, Nova York, Dubai, Marbella e Las Vegas), além de vender seus produtos em renomadas lojas de departamento como Saks, Bloomingdale’s, Neiman Marcus, Nordstrom, Harrods, Bon Marché, Harvey Nichols e Selfridges. Aproximadamente 40% da receita internacional da marca é gerada na Europa, e 25% nos Estados Unidos. A CHLOÉ está presente em mais de 65 países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
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Você sabia?
● A CHLOÉ já foi a marca preferida de mulheres belas e elegantes como Jacqueline Kennedy e Brigitte Bardot.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/#ixzz0gy9zfTca


Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/#ixzz0gy9zppEz

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Óculos Apreendidos

Contêiner com 280 mil óculos falsificados é apreendido no Porto de Navegantes

Uma carga de 280 mil óculos falsificados, escondida em um contêiner, foi apreendida nesta quinta-feira.
[24/2/2010 - 10:25]

Uma carga de 280 mil óculos falsificados, escondida em um contêiner, foi apreendida nesta quinta-feira. A Receita Federal encontrou a mercadoria no Porto de Navegantes, no Vale do Itajaí. Os objetos, que estavam em caixas, vinham da China.

Nas notas fiscais constava que as caixas continham produtos como estátuas de resina, vasos de vidro e cerâmica e calendários de vidro.

Para esconder a carga ilegal, 107 caixas, posicionadas mais à frente, tinham as mercadorias especificadas. Porém, outras 500 estavam cheias de óculos falsificados. Os detentores dos direitos autorais já atestaram que os produtos não eram originais.

A mercadoria foi avaliada avaliada em R$ 1,5 milhão e seria vendida por R$ 5 milhões. O dono da empresa pode responder por falsa declaração de conteúdo e violação de direitos autorais. Os óculos devem ser totalmente destruídos.

Fonte: ClicRbs/http://www.opticanet.com.br/secao/pages/LerMateria.aspx?matId=3875&secID=17

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Iguatemi - Daslu

Integração do Iguatemi com Daslu é o primeiro passo para novos projetos

Carlos Jereissati (Foto: Claudio Augusto)
O empresário Carlos Jereissati, presidente do grupo Iguatemi, vê com muito otimismo a integração da Villa Daslu, marca de Eliana Tranchesi, com o Complexo JK, o novo projeto do grupo ao lado da Daslu que compreende um shopping de luxo e três torres comerciais. O novo shopping deve ficar pronto em maio de 2011.

Na noite de ontem, foi anunciada a parceria da Iguatemi Empresa de Shopping Centers com a W Torre Empreendimentos Imobiliários, dona do terreno e dos imóveis da Villa Daslu.

Para Jereissati, essa integração significa o primeiro passo para novas alianças no futuro.

“É a união de quem mais entende de alto luxo no País com a melhor butique do Brasil”, diz Jereissati. “Trata-se de uma aliança imbatível que traz um DNA de qualidade dos dois lados”.

Segundo ele, os dois, tanto o grupo Iguatemi como a Daslu, saem fortalecidos com a integração do Complexo JK com a Villa Daslu.

A seu ver, com a integração, as vendas da butique deverão aumentar, assim como o novo shopping também se beneficiará com a parceria.

Autor: Guilherme Barros - Categoria(s): Empresas
Fonte:http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/02/12/integracao-do-iguatemi-com-daslu-e-o-primeiro-passo-para-novos-projetos/

Morte de Alexander Macqueen

Este Verão os tecidos estampados voltam a estar na moda. A tendência está em todas as publicações especializadas, assegura a directora da revista "Elle", Fátima Cotta. O responsável é o estilista Alexander McQueen, génio consensual, que em Outubro, em Paris, encheu a passerelle de elefantes, veados e ursos polares em tamanho real para apresentar uma colecção inspirada no planeta Terra.

Os estampados e os sapatos - "tudo com uma teatralidade, um génio...", acrescenta Fátima Cotta - são das derradeiras contribuições para o pronto-a--vestir do criador britânico, que foi ontem encontrado morto na sua casa de Londres.

Alexander McQueen era famoso por fazer dos desfiles incríveis espectáculos visuais. As colecções, exuberantes, barrocas e arriscadas, tinham depois grande influência nas tendências, avança Mário Matos Ribeiro, professor e director de arte da Moda Lisboa. Tornaram-se famosas as silhuetas em forma de ampulheta, os fatos angulares, os brocados elaborados e os vestidos românticos.

"Era um dos grandes ícones da moda dos últimos 15 anos", reforça Matos Ribeiro. "Associou técnicas ancestrais da alta--costura a uma visão muito anglo-saxónica e contemporânea do mundo. E combinava tudo com imenso sentido de humor. Era o estilo McQueen." Um exemplo: a reinvenção do vestido de baile dos anos 50.

Em Paris fizeram furor os stilettos impossíveis, chamados "Tatu", com 25 cm de altura. As imagens correram mundo, como símbolo do génio do homem que também em Paris, mas 13 anos antes, fora apelidado de "enfant terrible". McQueen, então com 27 anos, acabava de ser nomeado director de arte da casa de alta-costura Givenchy. Limitavam-lhe a criatividade, queixou-se quase cinco anos depois, quando se despediu. "Nunca se adaptou", comenta Fátima Cotta. "Tinha uma genialidade imensa, mas era um bocadinho malc -comportado. E não fazia cedências comerciais." Matos Ribeiro tem outra opinião: "Claro que fazia cedências. Nós conhecemos o lado mais lúdico e circense, mas por trás havia uma máquina a funcionar."

O suicídio de McQueen apanhou o mundo de surpresa. Há quem especule que ele nunca recuperou da morte, em 2007, da mulher que o descobriu e que depois se tornou uma das melhores amigas, Isabella Blow. A morte da mãe, no princípio deste mês, teria sido o golpe final. Para já, a família pede paz e sossego para lidar com a morte de Lee, como era tratado. O próximo desfile estava marcado para o dia 9 de Março, na Semana da Moda de Paris.



10 marcos


1969 O mais novo de seis filhos de um taxista nasce a 16 de Março. Cresce num bairro perigoso de Londres. Mantém o sotaque “cockney” até ao fim.


1985 Aos 16 anos deixa_o liceu e entra como aprendiz numa prestigiada alfaiataria de Saville Row, onde faz fatos para o príncipe Carlos.


1987 Revela aos pais que é gay. “Sou a ovelha rosa da família”, costumava dizer. “Saí directo do útero da minha mãe para uma parada gay.”


1994 Descoberto pelo ícone da moda Isabella Blow no desfile de finalistas da St. Martins School. Tornar-se-ia uma das suas melhores amigas.


1995 Lança as calças bumsters. Têm um gancho tão curto que deixam as nádegas à mostra.


1996 Torna-se director criativo da Givenchy, onde começa por chamar “irrelevante”_ao fundador do grupo. A imprensa francesa chama-lhe “enfant terrible”.


2000 Vende 51% da sua marca à Gucci. Mantém-se como director criativo.


2003 Votado designer internacional do ano_e, pela quarta vez, designer britânico do ano.


2007 Isabella Blow suicida-se com uma overdose de pesticida. “A morte dela foi a lição mais valiosa que aprendi na moda”, contou ao “The New York Times”.


2010 Suicida-se. A mãe morrera a 2 de Fevereiro.

Fonte:http://www.ionline.pt/conteudo/46438-o-que-nos-deixa-alexander-mcqueen-enfant-sauvage-da-moda

sábado, 30 de janeiro de 2010

Abiotica

O que vocês acham do trabalho da Abioptica em prol do setor óptico brasileiro?
O que vocês sugereriam para a Abioptica?
Qual sua opinião sobre a Feira?

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

História da Tod´s

No final dos anos 70s, o Sr. Della Valle lança a assinatura de um sapato, um luxuoso mocassim - "GOMMINO" com 133 seixos de borracha na sola como uma marca. Foi o epíteto de um ideal: o de um calçado artesanal, casual, perfeito para qualquer ocasião. Em 1997, Diego Della Valle expandiu sua visão para bolsas, criando uma coleção em contato com o espírito da marca: a qualidade inclinada e atenta ao design.


Cada peça é o resultado do maravilhoso trabalho: a partir do corte do couro para a costura manual das peças, cada passo contribui para a durabilidade e qualidade dos produtos, os quais são inteiramente feitos na Itália. Tod's encarna o verdadeiro conceito contemporâneo de luxo.


De sua sede na região central italiana do Marche a suas boutiques em todo o mundo, Tod's está presente de Nova York a Tóquio, Milão a Los Angeles, Londres e Dubai, e continua a expandir suas lojas em todo o mundo.


Tod's é conhecida por lançar suas coleções exclusivas seguindo conceitos únicos. Do sonho de tirar o fôlego como às definições para colaborações de renomados artistas do calibre de Dante Ferreti e Michael Roberts, cada passo do caminho Tod's é sobre fazer a diferença.






Gwyneth Paltrow é o rosto da Tod’s

Depois do sucesso da última campanha Outono/Inverno, a prestigiada marca de sapatos italianos Tod’s voltou a render-se aos encantos da atriz Gwyneth Paltrow, convidando-a para protagonizar a sua campanha publicitária para a Primavera/Verão 2009.
Defendendo os seus sapatos, malas e acessórios como artigos de luxo contemporâneo, a Tod´s aponta a sua musa – Gwyneth Paltrow – como uma mulher naturalmente elegante, moderna e internacional, ou seja, a representação perfeita daquilo que é a mulher Tod’s.




Fonte: Marcolin do Brasil Ltda.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Empresas terão que Relatar estoques de 2007 à Receita

Empresas terão de relatar estoques à Receita Federal
12/01 - 07:31 - Nelson Rocco, iG São Paulo



ImprimirEnviarCorrigirNotícias SMSFale ConoscoAs empresas que pagam Imposto de Renda com base no lucro real devem começar a se preparar para a implantação do Sped Fiscal. Pelas regras do Sistema Público de Escrituração Digital, elas terão de prestar contas sobre seus estoques de 2009 na parte fiscal do programa da Receita Federal até o último dia útil de junho. A Receita vem fazendo a convocação paulatinamente. “Todas as notas fiscais de entrada e saída de produtos terão de ser lançadas. Cada item tem de ser detalhado”, afirma Luís Claudio Palese, consultor da CCA Consultores Associados, que auxilia as empresas na implantação das regras do Sped.

O Sped foi instituído por decreto em janeiro de 2007 e faz parte do Programa de Aceleração do crescimento (PAC). Consiste na integração das informações tributárias entre as empresas brasileiras e o Fisco. De acordo com a receita federal, é composto por três subprojetos: escrituração contábil digital, escrituração fiscal digital e NF-e – ambiente nacional.


Segundo Palese, em 30 de junho do ano passado as empresas já tiveram de apresentar sua contabilidade de 2008 por meio do Sped Contábil. “Com ele, as companhias têm de respeitar o plano de contas determinado pela Receita Federal. Para isso, tiveram de adaptar toda a contabilidade.”

Lucro real


Por enquanto, apenas as empresas que pagam IR com base no lucro real é que têm de ingressar no Sped. Lucro real é aquele apurado após a elaboração do balanço. Conhecendo o resultado, deve-se fazer a declaração e pagar o imposto. Há também as companhias que pagam IR com base no lucro presumido. Elas pagam IR sobre a receita e não sobre o lucro. Mas, de acordo com o consultor da CCA, as alíquotas de imposto sobre o lucro real é maior que sobre o lucro presumido. Quem opta pelo presumido, no entanto, também deve aderir ao Sped até 2011, estima Palese.


Para a elaboração do Sped Fiscal, é preciso fazer um inventário de todos os estoques. A partir daí, todas as entradas e saídas têm de ser lançadas no sistema. Palese dá o exemplo de uma indústria de componentes eletrônicos que compra 1.000 relés. Desse total, 800 vão para a produção e 200 são encaminhados para revenda. “A empresa vai ter de demonstrar todas essas passagens, o que foi comprado, o que foi para a linha de produção e o que foi revendido. Isso tanto no Sped Contábil como no Fiscal”, explica.


Horas para implantação

A revendedora de suprimentos de informática Inforshop já implantou o Sped Contábil e está em pleno processo de adoção do Fiscal. “Já estamos fazendo o inventário dos estoques, que devemos concluir até março”, diz Paulo Bindo, gerente da área de tecnologia da informação. Segundo ele, são cerca de 7 mil itens. “Mas usamos coletores de código de barra para facilitar”, ressalva.


Segundo Bindo, a empresa que fatura cerca de R$ 100 milhões anuais, não teve gastos diretos na implantação do Sped Contábil. Os gastos, estimados em R$ 25 mil, limitaram-se às horas de trabalho dos analistas. Isso porque a Inforshop já tem um software de gestão instalado que é compatível com o sistema da Receita. Para a adoção das regras do Sped Fiscal, ele prevê o mesmo volume de horas trabalhadas.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/12/empresas+terao+de+relatar+estoques+a+receita+federal+9269481.html

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

História da Timberland

Timberland

Seus calçados e roupas são feitos para quem gosta de curtir natureza e uma boa dose de adrenalina. Impermeáveis, confortáveis e modernos, são ideais, como por exemplo, para um dia ao ar livre, uma trilha, um acampamento ou para prática de esportes radicais e eco-turismo. A TIMBERLAND é sinônimo de natureza e cheiro de ar puro.
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A história
A história da marca começou no ano de 1918 em uma pequena empresa produtora calçados na cidade de Boston, estado americano do Massachusetts, onde o fundador da TIMBERLAND, Nathan Swartz, iniciou sua carreira manufaturando botas como aprendiz de rebitador. Com suas próprias mãos, cortava o couro, emendava as solas e aprendia todos os processos de confecções de uma bota. Em 1952, comprou metade da Abington Shoe Company, fundada em 1933, e três anos mais tarde se tornou o único dono ao pagar mais US$ 20.000, colocando seus filhos, Sidney e Herman, para trabalharem na empresa. Juntos, fizeram calçados para os principais fabricantes do país por quase 10 anos.
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Em 1965 eles desenvolveram a bota à prova d’água através de uma inovadora tecnologia que ligava a sola ao corpo da bota de uma forma interiça e sem emendas ou costuras. Porém, foi somente em 1973 que a empresa deixou seu nome na história, sendo a pioneira ao criar uma bota de couro totalmente à prova dágua, surgindo assim à marca TIMBERLAND e suas tradicionais botas na cor amarela (conhecidas popularmente como Yellow Boot). O sucesso foi imediato, especialmente entre os universitários. No ano seguinte a empresa vendeu 5.000 pares das tradicionais botas, e em 1975 a produção atingia 250.000 pares. Era o começo do sucesso
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O nome TIMBERLAND se tornou tão popular que a empresa passou a chamar-se The Timberland Company. A partir de 1978 a TIMBERLAND começou a vender também botas normais e no ano seguinte calçados voltado para a prática de esportes aquáticos como iatismo. Nos anos 80, a empresa expandiu-se internacionalmente ingressando no mercado italiano, no qual as botas se tornaram um verdadeiro sucesso (somente em 1984, 400 mil pares de botas foram vendidas), e conseqüentemente no europeu sendo vendida na Alemanha, França, Turquia e Suíça, além de inaugurar suas primeiras lojas próprias em 1988 nas cidades de Boston, Nova York e Londres. Na década seguinte a TIMBERLAND, além de inaugurara várias lojas próprias, diversificou sua linha de produtos com roupas (camiseta, calça e jaquetas), acessórios (cintos, óculos, relógios, mochilas, bonés, carteiras e meias) e uma linha de produtos voltados para um público infantil. O sucesso da marca fez com que a empresa se expandisse rapidamente, atingindo a cifra de US$ 1 bilhão em faturamento no ano de 2001. Atualmente as coleções da marca, sem esquecer as origens, têm evoluído a partir de um conceito mais técnico e desportivo, focando as atividades ao ar livre mas levando em conta um ar mais casual e urbano.
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A linha do tempo
1988
● Lançamento da linha de calçados femininos e da coleção de roupas para homens e mulheres, diversificando a gama de seus produtos. A linha de roupas, assim como a de calçados, foi desenvolvida para ser utilizada em condições extremas.
1996
● Licenciamento da produção de seus primeiros relógios.
1998
● Lançamento da linha Timberland Pro composta por calçados para uso profissional. As botas utilizavam tecnologia de ponta para garantir impermeabilidade e isolamento contra choques elétricos.
2000
● Lançamento da linha de calçados e confecções de performance, para atender a crescente demanda por artigos para a prática de eco-turismo e esportes de aventura.
● Lançamento da linha de calçados infantis.
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As tecnologias
A TIMBERLAND ao longo de sua história patenteou e utilizou inúmeras tecnologias em seus calçados:
A.C.C. - A tecnologia garante excelente flexibilidade nas manobras executadas com as partes dianteiras dos pés, além de oferecer a estabilidade e o suporte necessário às partes traseiras nos terrenos irregulares.
BSFP - Ao caminhar, o exclusivo solado Timberland B.S.F.P responde aos movimentos naturais dos pés: breque, suporte, flexão e propulsão. O resultado é um excelente desempenho e durabilidade.
Controle Climático - Controle da umidade e respiração destinado a preservar o conforto dos pés em qualquer condição.
Waterproof - Sistema composto por couros, materiais hidrofugados e costuras seladas que garantem a impermeabilização total em qualquer condição de uso, além de permitir a troca de vapores com o ambiente. 100% à prova d'água.
Agile IQ - Composto de cinco itens, do solado à palmilha, que garantem a melhor combinação de amortecimento, estabilidade, agilidade e conforto. Placa que possibilita estabilidade e palmilha de multidensidade anatômica.
Vibram - Solado composto de borracha que oferece maior tração, flexibilidade e performance em terrenos acidentados, garantindo ótima durabilidade e resistência.
Smartwool - Lã que garante eficiência, versatilidade e o não odor. É inserido nas palmilhas dos calçados e no forro do mesmo.
Goretex - Membrana Impermeável de alta performance desenvolvida para proporcionar máximo conforto em longas aventuras. Independente da intensidade da atividade, permitira que a transpiração passe pela membrana, impedindo a umidade dos pés.
Splash Blaster - Tecnologia que garante maior vida útil aos calçados infantis, isso se deve ao tratamento feito no couro que não deixa mancha e repele água.
Serdia - Tecnologia adaptada para absorver e neutralizar o odor do calçado.
Precise Fit - Tecnologia que elimina todas as lacunas que possam existir causando desconforto ao pé. O diferencial está na palmilha. Possui partes que se encaixam na palmilha principal otimizando ao formato de cada pé (altura, largura e comprimento).
Boa - Sistema de amarração que garante perfeito ajuste dos pés além de excelente firmeza. Os fios de aço percorrem o pé inteiro, desde o peito do pé até o tornozelo.
Drilex - Tecido que garante uma eficiente evaporação do suor, não deixando os pés úmidos.
Eco Step - Solado de excelente resistência, sendo 30% da borracha utilizada é feita de materiais recicláveis. Isso garante uma redução de lixos e tóxicos gerados ao meio ambiente.
Ortholite - As palmilhas de dupla-densidade confeccionadas com a espuma OrthoLite não avariam ou perdem amortecimento com o tempo.
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Empresa do bem
Você já ouviu a palavra Serv-A-Palooza Day? O nome pode parecer estranho, mas o significado para a TIMBERLAND é muito familiar. Tudo começou em 1997 quando a empresa introduziu um dia inteiro de serviços comunitários prestados por seus funcionários. Neste dia a empresa não funcionou e seus mais de mil funcionários passaram 8 horas servindo à comunidade em 13 cidades da região de New Hampshire e Massachusetts. O que começou como uma simples forma de retribuição a comunidades, se tornou nos anos seguintes um evento oficial da marca, espalhando-se pela maioria dos países onde a empresa opera. Um dia por ano a TIMBERLAND, através de seus funcionários, e parceiros realizam uma ação comunitária global com prestação de serviço voluntário à comunidade. O evento, geralmente, é realizado em setembro, preferencialmente nos dias 20 ou 21. Porém, para a empresa, trabalho voluntário não é algo que se faz apenas uma vez por ano. Sempre há algum projeto filantrópico em andamento como um mutirão para a limpeza e recuperação de espaços públicos em Lawrence, Massachusetts, e um programa de melhorias de um centro de apoio a crianças com deficiência física em Ho Chi Minh (ex-Saigon), capital do Vietnã. A TIMBERLAND apóia essas iniciativas por princípios ideológicos, mas os potenciais benefícios corporativos são inegáveis. “Há muitas coisas que as pessoas fazem para montar as equipes. Elas recorrem a consultores, organizam programas de exercícios, fazem reuniões fora da empresa. Além de não custar nada, o serviço voluntário também resulta em benefícios paralelos”, atesta Danette Wineberg, assessora geral da empresa.
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Os slogans
Take it all on.
Seek Out.
Don’t Wear It. Use It.
Make it better.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1952
● Fundador: Nathan Swartz
● Sede mundial: Stratham, New Hampshire
● Proprietário da marca: The Timberland Company
● Capital aberto: Sim (1987)
● Chairman: Sidney Swartz
● CEO & Presidente: Jeffrey B. Swartz
● Faturamento: US$ 1.36 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 42.9 milhões (2008)
● Valor de mercado: US$ 644.8 milhões (fevereiro/2009)
● Lojas: 700
● Presença global: 120 países
● Presença no Brasil: Sim (11 lojas)
● Funcionários: 6.300
● Segmento: Calçados
● Principais produtos: Calçados, roupas e acessórios
● Ícones: As tradicionais botas amarelas
● Slogan: Make it better. (Faça melhor)
● Website: www.timberland.com
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A marca no Brasil
A TIMBERLAND chegou ao Brasil em 1996, sob licença da São Paulo Alpargatas, e em pouco tempo construiu uma história de sucesso. Começou com duas lojas em São Paulo, nos shoppings Iguatemi e Morumbi, e uma comunicação focada na sua essência: estilo de vida inspirado no outdoor. Dentro desse segmento, que pressupõe design e tecnologia no desenvolvimento de artigos para atividades ao ar livre, destaca-se como uma marca de estilo próprio e moderno.Criar produtos com atributos especiais é uma forte característica da TIMBERLAND. Atualmente a marca possui 11 lojas no país.
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A marca no mundo
A empresa, líder mundial no segmento de calçados outdoor com mais de 36% das vendas, tem 6.300 funcionários e seus produtos são vendidos em suas 200 lojas próprias localizadas nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina, e outras 500 franqueadas, além de serem encontrados em lojas de departamento, lojas especializadas em calçados e revendedores independentes ao redor do mundo. A cada minuto é vendido um par das tradicionais botas amarelas (Yellow Boot) no mundo.
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Você sabia?
● A TIMBERLAND destaca-se no mercado internacional por estar sempre preocupada em fazer produtos de qualidade máxima, pela tecnologia e por ser lançadora de tendências.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).



Leia mais: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/timberland-seek-out.html#ixzz0ZnEnIqT7

Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com

História da Ferrari

FERRARI

A FERRARI não é apenas uma máquina, ou um automóvel, é um mito, que encanta a todos, esteja onde estiver. É o objeto de desejo da maioria dos mortais que vivem neste planeta. A comparação das máquinas construídas em Maranello com raras e exclusivas jóias não é exagero, tamanha sua exclusividade.
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A história
É impossível falar na criatura sem falar no seu grande criador: Comendattori Enzo Anselmo Ferrari. Nascido 18 de fevereiro de 1898, na Itália, Enzo Ferrari queria ser cantor de ópera ou piloto de competição. Logo desistiu de ser cantor de ópera, por falta de voz e ouvido. Sobrou apenas a segunda opção. Em 1919 decidiu ser piloto e participou de uma prova (pela primeira vez) em Parma Bercetto, na qual obteve a quarta colocação (a prova foi vencida por Antonio Ascari, pai de Alberto Ascari, que futuramente iria morrer ao volante de uma FERRARI). Nos anos seguintes trabalhou para a Alfa Romeo como piloto de competição, ficando mais tarde responsável pela divisão de competição automóvel. Em 1929 fez o que a história consagrou como seu grande golpe de mestre: criou a Scuderia Ferrari, a primeira equipe de automobilismo independente das fábricas, mas vinculada à Alfa Romeo. Em 1939, Enzo Ferrari deixou essa montadora italiana e passou a 2ª Guerra Mundial fabricando equipamentos agrícolas e até carros. O primeiro automóvel inteiramente construído por ele, feito durante o conflito, foi chamado de Modelo 815, pois não podia colocar seu nome em nenhum carro, em decorrência do contrato que assinara com a Alfa Romeo.
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Somente em 1946, após o fim do conflito e a queda do regime de Mussolini, ele construiu o primeiro carro com seu nome: a Ferrari 125S. E espantou o mundo por desenvolver em instalações precárias, mas com uma equipe competente e entusiasmada, um motor tão poderoso como o V12 que a equipava, algo muito avançado para a época. O modelo estreou com vitória no Grande Prêmio de Roma, disputado em torno das Termas de Caracalla, em 25 de maio de 1947, pilotado por Franco Cortese. Desde então, a FERRARI obteve mais de cinco mil vitórias em provas automobilísticas. Em 1951 conseguia sua primeira vitória na Formula 1, no circuito de Silverstone com o piloto José Froilán González. E em 1956 a história da marca mudaria radicalmente. O piloto argentino Juan Manuel Fangio conquistaria o título mundial pilotando uma FERRARI. Em 1961 os tempos começaram a ficar difíceis para a FERRARI, depois de conflitos internos que levaram à saída de vários membros da direção. A montadora, mesmo assim, conseguiu alcançar um grande número de vitórias em competição e elevar o seu nome.
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Em 1969, com a empresa enfrentando diversos problemas econômicos, a FIAT comprou 50% de suas ações, garantindo assim que a FERRARI não se tornasse uma marca vulgarizada. Em julho de 1997, a FERRARI comprou metade das ações da marca de automóveis Maserati do grupo Fiat - ao qual ela própria hoje pertence - e assumiu o comando dessa montadora. O dia 14 de agosto de 1988 foi um dia negro para a marca, quando aos 90 anos, o Comendador Enzo deixava o mundo e a FERRARI, que fabricava e vendia automóveis esportivos apenas para cobrir os custos da equipe de Formula 1. Com o falecimento do comendador e a indicação de um antigo funcionário, o Sr. Luca Cordero di Montezemolo para assumir a responsabilidade de tornar a Ferrari uma empresa moderna e rentável, o que se viu foi uma verdadeira revolução na década de 90. Uma de suas primeiras ações foi contratar o francês Jean Todt para reestruturar a equipe de Formula 1, fazendo-a voltar aos tempos gloriosos. O resultado: a escuderia ressurgiu das cinzas em 1997, quando o piloto alemão Michael Schumacher conquistou o vice-campeonato pilotando o carro vermelho. Daí para frente a história todo mundo sabe.
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Evolução de alguns mitos
Desde os anos 40, a transferência de tecnologia dos carros de competição para os esportivos de rua é uma realidade. Ao longo da história da FERRARI, pouco mais de 70 modelos foram colocados no mercado internacional. Na década de 40, Enzo Ferrari ficou literalmente dividido entre competição e carros comerciais. Por isso, o primeiro carro de rua foi lançado somente em 1948, a cupê 166 Inter.
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1984
● FERRARI TESTAROSSA. Um clássico da marca, que possuía este nome pelo fato da cabeça do motor ser pintada de vermelho. Possuía o célebre motor 12-cilindros com 390cv, sendo o primeiro modelo da marca a possuir ar-condicionado e bancos de couro. Ganhou fama internacional depois de ser utilizada no seriado americano Miami Vice.
1987
● FERRARI F-40. Foi apresentada em 21 de junho na fábrica de Maranello em comemoração aos 40 anos da marca. Para comemorar esta data histórica a montadora decidiu construir o mais rápido carro do mundo produzido em série, que os italianos apelidaram “um automóvel de corrida para estrada”.
1992
● FERRARI 456. Fazia alguns anos que a montadora não tinha um modelo com motor V12. Este modelo foi lançado para que esta perda fosse esquecida. A maior crítica no seu lançamento foi no que diz respeito ao estilo. Para os italianos, o desenho dessa FERRARI não estava muito tradicional e o carro estava muito “japonês” para o gosto deles. Era o único automóvel com quatro lugares da marca (duas pessoas na frente e duas crianças pequenas atrás). Mesmo assim acelerava de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos.
1994
● FERRARI F355. Lançada na versão cupê para substituir a 348. Essa FERRARI tem motor entre eixos e a sua carroceria é toda confeccionada em alumínio e aço. Atualmente a F355 é oferecida em três modelos: Berlinetta, GTS ou Spider.
1996
● FERRARI F-50. Lançada para comemorar os 50 anos de vida da marca, sua carroceria era confeccionada em fibra de carbono e kevlar, para que o carro ficasse mais leve e resistente, podendo chegar a 325 km/h. Sua produção tem tiragem limitada.
● FERRARI 550 MARANELLO. Este modelo causou furor ao conciliar conforto a bordo com o motor 12 cilindros, pela primeira vez em 27 anos situado na dianteira em um carro dessa estirpe. A aceleração de 0 a 100 km/h era feita em 4.4s.
1998
● FERRARI 360 MODENA. Foi o modelo de número 163 projetado pelo Studio Pininfarina para a marca. No ano seguinte seria lançada a versão Spider (conversível com capota).
2002
● FERRARI ENZO. O carro foi construído com tecnologias usadas na Fórmula 1 e um sistema de aerodinâmica que levanta um pequeno spoiler e flaps quando em alta velocidade, criando sustentação para não deixá-lo decolar, já que atingia de 0-100km em 3.65 segundos, chegando a 350km por hora. O modelo foi lançado ao preço de US$ 643.330 e 349 unidades disponíveis. A montadora conseguiu vender todos os carros antes mesmo de que a produção começasse.Mais tarde, depois de muitos pedidos, decidiu produzir mais 50 unidades subindo o total para 399. Em 8 de novembro de 2005 anunciou que iria produzir outra unidade do carro, doada ao Papa João Paulo II e que angariou US$ 1.274.299 para os sobreviventes do terrível Tsunami ocorrido em 2004.
2004
● FERRARI 612 Scaglietti. O novo cupê 2+2, que acomoda confortavelmente quatro adultos, tinha carroceria em alumínio, motor V12 de 5.75 litros e 540 cv de potência, e alcançava 315km/h. Lançado como sucessor da longeva FERRARI 456M, ia de 0-100 km/h em apenas 4.2 segundos.
2006
● FERRARI F599 GTB FIORANO. A mais nova preciosidade da FERRARI é considerada o melhor automóvel já construído em Maranello. Equipado com o motor V12, o mais potente já desenvolvido (620 cavalos), dispara da inércia até 100 km/h em 3.7 segundos, alcançando 330 km/h. A sigla GTB representa Gran Turismo Berlinetta em homenagem aos cupês já produzidos pela FERRARI e Fiorano é o nome do circuito onde a marca testa seus bólidos.
2007
● FERRARI 612 Acaglietti Sessanta. Apresentada no dia 21 de junho, a edição especial “Sessanta” do cupê 612 Scaglietti, era comemorativa ao 60º aniversário de fundação FERRARI. Baseada na 612 Scaglietti, o novo modelo conta com um pacote de equipamentos mais completo: um teto-solar panorâmico eletrocrômico (que muda de cor conforme a incidência de raios solares), rodas de 19 polegadas especiais, equipamento de som Bose, monitor de navegação com sintonizador de TV e Câmera traseira para auxiliar manobras de estacionamento. Serão fabricadas apenas 60 unidades, que terão duas opções de cores exteriores ("Grigio scuro" cinza escuro e "Rubino Micalizzato" vermelho perolizado) e duas internas (marrom e cinza escuro).
● FERRARI 430 Scuderia. Lançada durante o Salão do Automóvel de Frankfurt como modelo de uma série especial com uso de tecnologia derivada de sua equipe de Fórmula 1 e ajuda do heptacampeão Michael Schumacher. O nome Scuderia se refere exatamente à divisão de corridas da empresa. Equipada com um motor de 510cv, atinge velocidade máxima de 230 km/h. O novo automóvel vem equipado com o f1 superfast, um software de última geração que reduz o tempo de troca de marchas para apenas 60 milésimos de segundo, além de um novo controle de tração.
2008
● Apresetnação no Salão do Automóvel de Paris da FERRARI California, um coupê conversível equipada com um motor 4.3 V8 de 460 cavalos de potência a 7.500 rpm que acelera de 0 a 100 km/h em quatro segundos e está localizado na parte dianteira. Outra novidade é a capota rígida, utilizada pela primeira vez em um modelo conversível da montadora italiana. Mais uma novidade implementada é o câmbio automático de sete velocidades com sistema dupla embreagem. Este tipo de embreagem, cada vez mais comum nos carros esportivos mais modernos, é capaz de engatar uma marcha e deixar a outra já preparada, possibilitando troca de marchas mais rápidas e aumentando o desempenho.
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Estão em estudos a fabricação de dois modelos FERRARI, ambos não confirmados oficialmente, mas que deverão sair por volta de 2009/2010. Um deles é o FERRARI 420 Dino (nome provisório), um concorrente à altura de supermáquinas como Porsche 911 e Aston Martin V8 Vantage, tanto em desempenho como em preço. O outro será o FERRARI FS 599 SUV (nome provisório), abreviatura “Sport Utility Vehicle” ou Utilitário Esportivo em português, nome cunhado pelos norte-americanos designando veículos fabricados a partir de chassis de caminhonetes.


A escuderia
A Formula 1 não seria a mesma se não fosse pelos bólidos vermelhos da FERRARI. A história da mais tradicional e antiga escuderia da Fórmula 1 teve início no GP de Mônaco, em 21 de maio de 1950, a segunda prova do primeiro campeonato de F1. Alberto Ascari tornou-se, então, o primeiro piloto a marcar pontos para a equipe ao terminar em segundo lugar nas ruas do Principado. De lá para cá, muita coisa aconteceu. A primeira vitória em uma prova aconteceu pelas mãos de José Foilán Gonzáles, no circuito de Silverstone na Inglaterra em 1951. Durante a década de 50, a equipe fez três campeões do mundo: Ascari (1952 e 1953), Juan Manuel Fangio (1956) e Mike Hawthorn (1958). O mundial de construtores surgiu apenas em 1958 e a FERRARI foi vice-campeã no primeiro e no segundo ano do campeonato. Nos anos 60, conquistou dois títulos de construtores, em 1961 e 1964, temporadas nas quais seus pilotos, Phil Hill e John Surtees foram, respectivamente, os campeões. Em virtude de problemas com as autoridades esportivas italianas, a FERRARI adicionou ao seu tradicional vermelho as cores azul e branco nas duas últimas provas de 1964, quando competiu na América do Norte, um protesto do comendador em resposta aos cartolas. Nos outros anos, a escuderia foi 2ª (1966), 3ª (1960), 4ª (1963, 1965 e 1968), 5ª (1967 e 1969) e 6ª em 1962, quando teve seu pior desempenho desde a criação do mundial. Na década de 70, a FERRARI só não esteve entre as duas primeiras equipes do campeonato em três temporadas: 1971 (foi 3ª), 1972 (4ª) e 1973 (6ª). Em todas as demais oportunidades ou foi vice-campeã (1970, 1974 e 1978) ou conquistou o título, incluindo o tricampeonato 1975, 1976 e 1977 e o troféu em 1979. Foram campeões pela equipe neste período os pilotos Jody Scheckter, em 1979, e Niki Lauda, em 1975 e 1977. Lauda lutava também pelo título em 1976, mas sofreu um grave acidente na Alemanha, onde seu carro pegou fogo.
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Os seguidos títulos na segunda metade da década de 70 não se repetiram nos anos 80. Muito pelo contrário. Apesar de ainda ter obtido o 1º lugar nos campeonatos de 1982 e 1983 e de ter sido vice-campeão em 1984, 1985 e 1988, a escuderia se ressentia por não ter tido nenhum piloto campeão do mundo. Além disso, a equipe ainda chorou a morte de dois grandes personagens de sua história, uma no início da década e a outra, no final. Em 1982, durante os treinos de classificação para o GP da Bélgica, em Zolder, o piloto canadense Gilles Villeneuve morreu após ter o corpo arremessado e colidido contra o muro do circuito. Em 14 de agosto de 1988, aos 90 anos, o comendador Enzo Ferrari faleceu. Uma semana depois, a escuderia venceu o Grande Prêmio da Itália com uma dobradinha Berger-Alboreto. O jejum de campeões do mundo guiando pela FERRARI continuou durante toda a década de 90. Entretanto, a escuderia tentou resolver o problema já nas primeiras temporadas. Em 1990, contratou o tricampeão Alain Prost. O francês venceu cinco corridas e levou a disputa do título para a penúltima prova, no Japão. Lá, depois do choque com Ayrton Senna, abandonou a corrida com problemas no carro e perdeu o título. A FERRARI ficou em 2º lugar. O que se viu depois foi algo até certo ponto inimaginável na Fórmula 1. A FERRARI não venceu um GP sequer em 1991, 1992 e 1993. Em 1994 e 1995, Gerhard Berger e Jean Alesi venceram uma prova cada. Com o fundo do poço muito próximo, mas com bastante dinheiro para investir, deu início a uma nova fase de sua história ao contratar, em 1996, o até então bicampeão do mundo Michael Schumacher. Ele ganhava US$ 30 milhões por ano na equipe e ainda contava com boa parte do time de especialistas de sua época na Benetton, como Ross Brawn, diretor técnico, e Rory Byrne, projetista. Unidos a eles estava Jean Todt, diretor da escuderia. Juntos, revolucionaram a FERRARI e resgataram os anos de glória, e, com eles, mais tifosis (como são conhecidos os fanáticos fãs italianos). Nos três primeiros anos da parceria, a FERRARI foi vice-campeã de construtores.
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Em 1999, depois de 16 anos, a equipe voltou a conquistar o título. Por pouco a escuderia não levava também o mundial de pilotos. Todavia, um acidente em Silverstone deixou o alemão de fora por sete corridas e da briga pelo título daquele ano. O resultado foi uma situação até inusitada: a FERRARI trabalhando para que outro piloto (Eddie Irvine) conquistasse o título e não para aquele que ela havia contratado para realizar o feito. Mika Hakkinen, da McLaren, evitou durante dois anos que os pilotos da FERRARI vencessem. De 2000 a 2004, ninguém mais conseguiu bater o alemão e a equipe italiana. No ano 2000, Schumacher venceu nove das 17 corridas e tornou-se o primeiro piloto a conquistar o título pela FERRARI, 21 anos depois da Scheckter. Em 2001, o alemão repetiu o número de vitórias e consagrou-se tetracampeão da categoria. Porém, a temporada de resultados impecáveis também viu a primeira ação do jogo de equipe envolvendo Schumacher, os dirigentes da escuderia e o segundo piloto da equipe, Rubens Barrichello. Ele, o segundo brasileiro a pilotar um dos carros da escuderia (o outro foi Chico Landi em uma prova de 1950), recebeu ordens para ceder sua posição (2º lugar) para Schumacher no GP da Áustria e obedeceu.
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Em 2002, a FERRARI voltou a passear na pista. Quinze das 17 provas foram vencidas por seus pilotos, sendo 11 ganhas por Schumacher e quatro por Barrichello. Apesar disso, ainda no início da temporada, a escuderia voltou a protagonizar mais um episódio lamentável devido ao jogo de equipe. Novamente na Áustria, Barrichello, desta vez liderando a prova, foi obrigado a dar passagem para Schumacher. O brasileiro só acatou a ordem dos dirigentes na última curva, já prestes a receber a bandeirada. Schumacher passou. Em seguida, as vaias começaram. A condenação do público e da mídia deixou o alemão constrangido. No pódio, Schumacher puxou o brasileiro para o degrau mais alto, como que reconhecendo o erro em ter ultrapassado o companheiro. A FIA o multou em US$ 1 milhão por ter interferido nos procedimentos do pódio e o episódio entrou para a história como um dos mais deprimentes da FERRARI. Ao final do ano, contudo, Schumacher igualou o número de títulos de Fangio (5) e a equipe venceu mais um campeonato. Em 2003, o alemão e a FERRARI voltaram a conquistar o troféu. Desta vez, com mais dificuldades. Schumacher obteve o título com apenas dois pontos de vantagem em relação a Kimi Raikkonen, tornando-se hexacampeão. A equipe só passou a liderar o mundial de construtores depois do GP do Canadá. No ano seguinte, o domínio foi tranqüilo novamente. O alemão venceu 13 das 18 provas, sendo 12 nas primeiras 13 etapas do mundial. Com duas vitórias de Barrichello, a FERRARI fez campeão, vice e consagrou-se com mais um título. Schumacher conquistava, então, seu último troféu, somando sete ao todo. Nos dois últimos campeonatos, o domínio da escuderia italiana não se repetiu. Em 2005, sequer chegou na vice-liderança entre os construtores, Renault (1º) e McLaren (2º) ficaram na sua frente. Em 2006, seu desempenho foi melhor. Com a disputa entre Schumacher e o espanhol Fernando Alonso pelo título de pilotos ponto a ponto e o alemão em busca de um impensável octacampeonato, a FERRARI tentou, mas não conseguiu voltar ao 1º lugar do mundial, sendo vencida pela Renault outra vez. Em Monza, a equipe viu seu grande astro anunciar a aposentadoria. No Brasil, chegava ao fim uma das parcerias de maior sucesso na história da Fórmula 1, com Schumacher vendo o título ser entregue novamente a Alonso e a FERRARI amargando o consolo do 2º lugar no mundial de construtores. Porém, em 2007, a equipe deu a volta por cima e num campeonato emocionante conquistou o título com o piloto finlandês Kimmi Raikkonen, contratado pela FERRARI neste mesmo ano para ser companheiro do brasileiro Felipe Massa. No ano seguinte a escuderia perdeu o título na última volta da última corrida, realizada no Brasil, para a McLaren. O brasileiro Felipe Massa foi vice-campeão.
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Números de uma paixão: Responsável pela paixão de todo um país e de fãs ao redor de todo o mundo, a FERRARI acumula uma série de recordes impressionantes. São 209 vitórias, 203 pole positions, 218 voltas mais rápidas, 581 pódios conquistados e 16 títulos de construtores. A equipe acumula um total de 4.023,5 pontos. Nos 778 GPs disputados, a escuderia já liderou mais de 12.000 voltas que correu, o que significa dizer 64.000 quilômetros na liderança. Em apenas uma corrida, a escuderia não correu com motores FERRARI. Em um GP de 1950, quando a equipe utilizou um motor Jaguar. A equipe já apresentou 64 modelos e 100 pilotos guiaram os carros que têm como símbolo o cavalinho rampante. Dentre eles nomes que marcaram a história da Fórmula 1, como os já citados anteriormente, além de Clay Regazzoni, Nigel Mansell, Carlos Reutemann, Wolfgang von Trips e Giuseppe Farina.
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A cor
Uma das imagens de marca da Ferrari é a sua cor “rosso corsa” (vermelho de corrida), oficialmente sua cor é o amarelo, mas devido ao sucesso nas corridas o vermelho ficou como uma tradição. A utilização dessa cor teve início nos anos 20, altura em que a entidade que viria a ser chamada de FIA, impunha que as escuderias italianas teriam de apresentar cor vermelha, as francesas azul, as alemãs branca e as inglesas verde.
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A mística Maranello

A história começou quando acontecimentos ligados à Segunda Guerra Mundial forçaram FERRARI a transferir a fábrica para a cidade de Maranello, localizada a 18 km de Módena, em 1943. A partir deste momento a pequena cidade viveria em função da marca. Além do museu, a cidade italiana também hospeda a fábrica e a pista de testes. Andar em Maranello é sentir-se no coração da marca do cavalo rampante. A marca vende em média somente 4.500 carros anualmente, construídos por cerca de 1.200 funcionários.
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Segundo a montadora, não haverá aumento de produção porque uma FERRARI tem de ser objeto de desejo e os clientes estão dispostos a esperar mais de um ano pela entrega do carro. A demora se explica pelo método de produção. Apesar das inovações tecnológicas que garantem a manutenção da supremacia da marca italiana no automobilismo, a fábrica funciona à moda antiga, fugindo totalmente dos padrões da indústria automobilística mundial. Motores e funilaria são acabados a mão. No setor de estofamento, um grupo de mulheres sentadas atrás de máquinas de costura trabalha sobre os couros Conolly, provenientes do norte da Europa. A especificação geográfica tem uma razão. Naquela região, as peles das vacas são mais finas e a ausência de mosquitos impede o surgimento de marcas. Para estofar cada FERRARI são necessárias três vacas. A empresa segue fielmente a filosofia de Enzo Ferrari de manter o controle sobre toda a produção. O Comendador também queria perpetuar a aura de exclusividade em torno da marca. Seu desejo ainda é uma ordem. A FERRARI não tem um sistema de encomendas como a Mercedes-Benz e a BMW, nem visitas abertas ao público. É um circuito para poucos. Você precisa ter uma longa e sólida ligação com a prestigiada marca ou com um de seus concessionários para visitar a unidade fabril de Maranello. Um dos locais mais secretos de Maranello é o túnel de vento, onde um ventilador, com cinco metros de diâmetro, produz turbulências enquanto o carro é monitorado por mais de 300 sensores.
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O museu
Relembrar os tempos gloriosos que transformaram carros em ícones. É isto que pretende a Galleria Ferrari, museu da marca italiana de carros e escuderia mais famosa da Fórmula 1. Criado em 1990, ao lado da fábrica da FERRARI em Maranello, Itália, o museu, que possui três andares, recebe anualmente cerca de 180 mil visitantes ávidos por reviver a história desta lendária marca do automobilismo. Ao passar pela porta de entrada, marcada pelo imponente cavalo, símbolo da FERRARI, as pessoas se deparam com o F2005, carro utilizado pelo heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, quando correu sua última temporada. No piso térreo ficam uma lanchonete e a loja de produtos oficiais da marca.
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Ainda no primeiro andar, ao lado dos bólidos pilotados por Niki Lauda, Gilles Villeneuve e Gerhard Berger, estão fotografias, bilhetes de Enzo Ferrari e uma réplica de seu escritório em Trento Trieste. Um boxe com equipamentos originais – incluindo o “muro” de monitoramento idêntico ao visto nos circuitos. Há também uma réplica da pista de Fiorano, com as casas em que já moraram o próprio Enzo, Michael Schumacher e, hoje, Felipe Massa se hospeda. Para os fãs interessados em sentir de forma mais real a emoção de pilotar uma FERRARI, um simulador de corridas de Fórmula 1 está à disposição. No segundo andar, a evolução da tecnologia FERRARI é apresentada também nos carros de rua, dos mais antigos e tradicionais, como o F50 e o 550 Barchetta Pininfarina, às novas máquinas, como o F430. Este andar ainda abriga um pequeno cinema, uma sala de exibição e um auditório. No último andar estão localizados os escritórios de administração do museu e outra sala de exibição. Filmes e exposições itinerantes recontam a história dos homens, máquinas e momentos que fazem da FERRARI um sonho de consumo de incontáveis fãs.
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O símbolo
O cavalo símbolo da FERRARI é chamado de Cavallino Rampante, ou cavalinho empinado. A história conta que o cavalo preto empinado sobre o fundo amarelo era usado no avião do Conde Francesco Barraca, piloto de caça italiano morto na Primeira Guerra Mundial. Ele queria o cavalo empinado em seus aviões porque o seu esquadrão, conhecido como “Battaglione Aviatori”, foi inscrito em um regimento da Cavalaria (as forças aéreas estavam nos seus primeiros anos e não tinham administração separada), e também porque ele mesmo tinha a reputação de melhor Cavaliere (cavaleiro) de sua equipe. Em 17 de junho de 1923, Enzo Ferrari ganhou uma corrida no circuito de Savio em Ravenna e lá conheceu a Condessa Paolina, mãe de Baracca. A Condessa pediu que ele usasse o cavalo em seus carros, sugerindo que isso lhe daria boa sorte, mas a primeira corrida na qual a Alfa Romeo permitiu o uso do cavalo nos carros da escuderia ocorreriam somente 11 anos depois, nas 24 Horas de Spa em 1932. A FERRARI ganhou. Continuou a utilizar o cavalo negro, contudo adicionou um fundo amarelo por era a cor símbolo de sua terra natal Modena. O cavalo empinado é hoje uma marca registrada da FERRARI.
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Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 1947
● Fundador: Enzo Ferrari
● Sede mundial: Maranello
● Proprietário da marca: Fiat S.p.A.
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman & Presidente: Luca di Montezemolo
● CEO: Jean Todt
● Faturamento: €2.5 bilhões (2008)
● Lucro: €339 milhões (2008)
● Valor da marca: US$ 3.527 bilhões (2009)
● Produção: 6.587 automóveis (2008)
● Lojas: 26
● Presença global: 100 países
● Presença no Brasil: Sim (através de revendedora autorizada)
● Funcionários: 3.000
● Segmento: Automotivo
● Principais produtos: Automóveis esportivos, escuderia F1 e licenciamento de produtos
● Ícones: O “Cavallino Rampante” e a cor vermelha de seus carros
● Website: www.ferrariworld.com

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O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca FERRARI está avaliada em US$ 3.527 bilhões, ocupando a posição de número 88 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
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A marca no mundo
Atualmente, a FERRARI, além de fabricar os carros mais cobiçados do mundo, participa da Fórmula 1 (F1); promove na Europa, Estados Unidos e América Latina o campeonato Ferrari Challenger, disputado por modelos 355 e participa do World Sportscar Championship nos Estados Unidos, com protótipos Ferrari 333. A marca conta ainda com 26 lojas exclusivas (espalhadas por nove países), onde se pode encontrar uma infinidade de produtos que levam a tradicional cor vermelha e o cavalinho como relógios, óculos escuros, chaveiros, bonés, camisetas, jaquetas, sapatilhas, jogo de lápis, bicicletas, perfumes, notebooks, capacetes e bolsas. Atualmente no Brasil, a Via Europa oferece todos os modelos da FERRARI, sendo os de 8 cilindros nos modelos F430 (R$1.350 milhão), F430 Spider (R$ 1.5 milhão), F430 Scuderia (R$ 1.6 milhão) e a F360 Challenge Stradale (R$1.250 milhão), nas versões câmbio mecânico e F-1; e os de 12 cilindros a F612 Scaglietti (R$ 1.6 milhão) e a 575 M Maranello (R$ 1.480 milhão). Em 2008, a FERRARI registrou recorde de vendas, com 6.587 unidades comercializadas, 2% a mais que 2007.
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Você sabia?
● Luca di Montezemollo, sucessor de Enzo Ferrari no comando da Fórmula 1 nos anos 70, hoje é o presidente da FERRARI e da Maserati.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).


Leia mais: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/ferrari-o-mito.html#ixzz0ZnDfiJP8


Fonte: www.mundodasmarcas.blogspot.com