You can´t always you get what you want!

Você pode não conseguir tudo o que quer na hora que quer, mas se tentar, já terá ganho!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Vendo oculos blackout - proteção contra raio laser e foto luz pulsada

Óculos de Proteção contra radiação a laser e luz pulsada



 




Quantidade

Valor unitário
Total
Economia
Desconto
5
R$ 46,00
R$ 230,00
R$ 10,00
17,8%
4
R$ 48,50
R$ 194,00
R$ 7,50
13,3%
3
R$ 51,00
R$ 153,00
R$ 5,00
8,9%
2
R$ 53,50
R$ 107,00
R$ 2,50
4,4%
1
R$ 56,00
R$ 56,00
R$ 0,00
0%

 









  • Black-out protege contra raios ultravioleta e infravermelho.
  • Certificado pela Comunidade Européia.
  • Frete não incluso, o cliente escolhe o tipo de envio.
  • Depósito em conta.
  • Comprimento de onda nível 4 - Proteção contra radiações até 2000 nanômetros.



CDS Instituto de Beleza Ltda EPP


Rua Fradique Coutinho, 1395 – Vila Madalena.

Cep 05416-011 – São Paulo, SP.



Contatos:

Telefone: 11 7735-0878 – Djalma

E-mail: djalmasilvestre@yahoo.com.br

Telefone: 11 8259-3841 – André

E-mail: at.tomita@uol.com.br

quinta-feira, 22 de março de 2012

História da Swarovski

15.8.07SWAROVSKI
Eles estão em toda parte. Nas principais coleções de moda. Brilham nos modelos de grifes tradicionais. Enfeitam sapatos caríssimos. Em mostras de design e arquitetura. A febre do cristal tem nome: SWAROVSKI, a centenária empresa familiar austríaca que conseguiu atrair a atenção mundial para a matéria-prima que produz.
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A história
A história dos famosos cristais SWAROVSKI começou em 1892 quando Daniel Swarovski, um jovem cientista e visionário nascido na região da Boêmia, onde trabalhou cortando cristais manualmente para uma joalheria, inventou uma máquina de corte automática capaz de lapidar industrialmente cristais e pedras preciosas com inigualável perfeição e precisão, muito superior à do processo manual. Três anos mais tarde, ele se mudou com a família para Wattens, localizada a 15 quilômetros a leste da cidade de Innsbruck, no coração dos Alpes Tiroleses, na Áustria, e fundou a SWAROVSKI (pronuncia-se "is-va-RÓ-vis-qui") com a inauguração de uma fábrica de cortes de cristais. Naquela cidade, Daniel Swarovski soube tirar vantagem da hidroeletricidade local para utilizar na moenda de alta intensidade elétrica que ele patenteou. Porém, mais do que aproveitar as correntezas dos rios alpinos para gerar eletricidade, o empresário queria esconder sua tecnologia dos concorrentes tchecos. A região também era uma rota estratégica para o comércio de cristais, que na época tinha a cidade de Paris como principal centro de comércio.
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Primogênito de uma família de cortadores de vidro da Boêmia, a máquina de corte automático inventada por ele fazia com que os cristais SWAROVSKI fossem perfeitamente facetados, com brilho e precisão. Essa técnica revolucionária de lapidação industrial é guardada até hoje a sete chaves. O segredo acabou sendo dividido somente entre os 158 membros da família que hoje participam direta ou indiretamente das atividades do grupo (embora apenas seis tenham assento no conselho de administração). As visitas à fábrica são proibidas.
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O envolvimento da SWAROVSKI com a moda data do começo do século passado, quando Daniel Swarovski e seus filhos passaram a trabalhar com estilistas, dentre eles, a francesa Chanel, a italiana Schiaparelli. Porém, nenhum outro estilista trabalhou de forma tão próxima com a SWAROVSKI como Christian Dior. Conhecido por resgatar o glamour e a feminilidade da mulher ao lançar o new look em 1947, três anos mais tarde o francês se uniu à fabricante de cristais com o intuito de elaborar uma nova maneira usar o brilho em suas criações. Dior trabalhou em parceria com o neto do fundador, Manfred, e o joalheiro Francis Winter, em busca de uma pedra especial. A inspiração foi o esplendor do século 18, referência ao glamour do império francês, que viveu seus dias de glória no castelo de Versalhes. O resultado foi um tratamento especial que trouxe as cores do arco-íris ao cristal. Por lembrar as luzes da Escandinávia, a pedra ficou conhecida como aurora boreal, um grande sucesso até os dias de hoje.
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A história de sucesso das peças que representam animais começou em 1976 por acaso, quando um funcionário pegou um pingente de em lustre que havia se quebrado e, de brincadeira, fez um ratinho. Foi um verdadeiro sucesso, e, rapidamente a SWAROVSKI estava produzindo golfinhos, patos, cães, gatos e até uma série inspirada nos personagens de Walt Disney, e tirando metade de suas receitas dos pequenos animais que brilhavam. Fenômeno de vendas e marketing, a paixão pelos famosos animaizinhos originou até um time de colecionadores, batizado de Sociedade do Cristal, com aproximadamente 450 mil membros em todo o mundo - que desfrutam o direito de adquirir alguns objetos com exclusividade. Foi nesta mesma época que a empresa chegou ao Brasil, fornecendo sinalizadores reflexivos (mais conhecidos como olhos-de-gato) que eram colocados nas diversas rodovias abertas pelo governo federal. Depois vieram as miniaturas e as pedras para bijuterias. Mas também aqui, durante muito tempo, a marca foi uma ilustre desconhecida.
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Até meados da década de 80, a SWAROVSKI era ligada praticamente a uma única linha de produto: as miniaturas de animais. Focando no segmento de bens de luxo, em 1989 a empresa criou a linha Daniel Swarovski. Considerada a área mais criativa da marca, conta com um time de designers sediado em Paris que cria jóias, bolsas, relógios e acessórios para decoração, com o mesmo tema: cristais - e com muito luxo. O investimento foi certeiro. Depois de investir no resgate da vocação fashion das pedrinhas, não demorou muito para que voltassem a ser usadas por expoentes das indústrias de moda, joalheria e iluminação.
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Mas a grande virada da SWAROVSKI começou em 1995, ano do centenário da empresa, quando Nadja Swarovski, tataraneta do fundador Daniel Swarovski, assumiu a vice-presidência de comunicação da SWAROVSKI. Comenta-se que por trás da mudança também estava a antipatia de Nadja pelos carros-chefes da companhia: as miniaturas de animais. Desde o começo, trabalhou para fortalecer a imagem da marca ao aproximá-la do mundo da alta costura. A estratégia de Nadja foi bem simples: convidar grandes estilistas europeus, como Alexander McQueen e John Galliano, para visitar a única fábrica da empresa, em Wattens. Lá, ela mostrava aos costureiros como o uso do cristal podia tornar suas coleções ainda mais interessantes e se dispunha a lhes fornecer pedras gratuitamente. Em troca, eles apenas precisavam dizer, depois de um desfile, que os modelos eram confeccionados com cristais SWAROVSKI.
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Além do resgate de sua porção fashion, a revitalização da marca contou também com linhas conceituais de mobiliário e iluminação assinadas por conceituados designers. A coleção Swarovski Crystal Palace é parte dessa iniciativa. São lustres de cristal nada tradicionais, assinados por nomes como o egípcio Karim Rashid e o austriaco Georg Baldele. O desafio de ir além na aplicação dos cristais também chegou aos móveis. Exemplos disso são o sofá Edra e o Crystal carpet (do inglês, “tapete de cristal”). Com essas medidas certeiras, ela resgatou a imagem de fabricante de bens de luxo que a empresa desfrutava nos anos 40, quando fazia pedras para colares da grife francesa Chanel e para filmes de Hollywood, como do sapatinho vermelho de Dorothy, personagem de Judy Garland, no filme O Mágico de Oz ou no brilho do vestido que Marilyn Monroe usou para cantar o tórrido Parabéns a Você, de maneira para lá de sedutora, ao presidente John Kennedy.
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As primeiras lojas da marca foram abertas em 1999, simultaneamente em Viena e Hong Kong. A primeira loja na América Latina foi aberta em Buenos Aires. Em 2000, a primeira loja no Brasil foi inaugurada no Shopping Morumbi, em São Paulo. Recentemente a SWAROVSKI assinou um contrato de longo prazo com a Marcolin para desenvolver uma linha de óculos de sol com sua reluzente assinatura. Esta é a primeira vez que a SWAROVSKI assina um contrato para a produção de acessórios. Sinônimo de elegância e distinção, os cristais SWAROVSKI estão presentes nos ambientes mais sofisticados de Nova York, Paris, Madrid, Londres e São Paulo. Nos Estados Unidos, personalidades como Marilyn Monroe, Rita Hayworth e Tina Turner já se exibiram com estes cristais austríacos.
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A linha do tempo
1919
● Lançamento de uma linha de ferramentas para lapidação e corte sob a marca Tyrolit.
1940
● Lançamento dos refletores e sinais luminosos para estradas sob a marca Swareflex que seria registrada dez anos depois.
1949
● Criação da Swarovski Optik, divisão responsável pela criação e desenvolvimento de telescópios, lunetas e binóculos.
1956
● No intuito de criar cristais que permitam a luz refletir as cores do arco-íris, a empresa inventou e desenvolveu, juntamente com Christian Dior, uma técnica que recobria alguns dos seus cristais com metais químicos. Chamada de Aurora Borealis, ou AB, é uma das mais populares coberturas que dá à superfície uma aparência multicolorida.
1965
● Lançamento de componentes de cristais para serem utilizados especialmente em lustres e luminárias. Outros produtos para iluminação são lançados e registrados em 1977 sob a marca Strass.
1975
● A tecnologia Hotfix desenvolvida pela SWAROVSKI, torna possível a aplicação de cristais em diversos materiais.
1976
● Um pequeno rato de cristal leva a marca a uma nova era: inicia-se a produção de miniaturas produzidos em cristal.
1977
● Lançamento da primeira coleção de jóias da marca.
1987
● Fundação da Sociedade de Colecionadores Swarowski (Swarovski Collectors Society) oferecendo ao colecionadores de cristais da marcas benefícios e serviços exclusivos. Atualmente existem mais de 450 mil associados em 35 países.
1989
● Lançamento da linha Daniel Swarovski composta por objetos em edições limitadas criados pelos arquitetos e designers italianos Alessandro Mendini, Ettore Sottsass and Stefano Ricci.
1999
● Criação da Girafa Bebê (Baby Giraffe), peça em cristal claro, facetado, com olhos em cristal de topázio esfumaçado e detalhes foscos.
1993
● Lançamento da Crystal Mesh (malha em cristal), tiras bordadas flexíveis de cristais SWAROVSKI voltadas para a confecção de braceletes, relógios, bolsas. Atualmente é extensivamente utilizada por marca de luxo como Dolce & Gabbana, Chanel e Louis Vuitton, para serem usadas na fabricação de acessórios.
2003
● Lançamento do Crystal Fabric, um tecido de cristais triturados e prensados desenvolvido para ser utilizado na confecção de roupas.
2004
● Introdução do Xillion, um novo corte patenteado elaborado para otimizar o brilho dos produtos Roses (componentes de cristais com a parte de trás reta) e dos Chatons (cortes no estilo de diamantes).
2007
● Lançamento da CRYSTALLIZED - Swarovski Elements, nova marca para celebrar sua linha de produtos, os componentes em cristais reconhecidos e consagrados mundialmente.
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Os cristais
As peças que levam a marca do “cisne” são fabricadas em cristal puríssimo, garantindo transparência e brilho inigualáveis. Nenhum outro material capta a luz e a reflete num arco-íris de efeito tão luminoso e intenso. Um dos segredos do cristal SWAROVSKI é a precisão no talhe. As facetas perfeitamente lapidadas garantem a máxima refração da luz. Hoje em dia a SWAROVSKI produz a tradicional pedra lapidada em 50 000 variações de cor, formato e tamanho, entre delas o célebre strass, nome que ela patenteou para identificar originalmente as pedras que ornamentavam lustres de cristal e que virou sinônimo de brilho.
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Os centros criativos
A divisão de componentes de cristais do grupo, responsável pela venda de cristais para aplicação em produtos de outras marcas, possui Centros de Serviço de Criação (chamados Creative Service Center), espécie de showroom para informações e consultorias dos produtos da marca, criados para atender clientes dos segmentos de moda, confecção, acessórios e arquitetura. A primeira unidade foi inaugurada em 1995 em Wattens seguida de unidades em Paris (1999), Nova York (1999), Londres (2000), Milão (2000), São Paulo (2001) e Dubai (2001).
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O parque de cristal
Situado em Wattens, na Áustria, o Krystallwelten (em alemão Mundos dos Cristais), uma espécie de parque temático, foi inaugurado em outubro de 1995 para comemorar o centenário da empresa. Concebido como uma peça de marketing, o parque temático, com projeto assinado por André Heller, deveria receber, de acordo com as previsões mais otimistas, 400 visitantes por dia. Atualmente, são vendidos 4 mil ingressos diários, em média, e a atração tornou-se, segundo a empresa, a segunda mais visitada na Áustria. Até os dias de hoje, 7 milhões de pessoas visitaram o parque temático, localizado ao lado da fábrica da SWAROVSKI. A entrada do parque fica sob uma espécie de cabeça imensa, como se o visitante entrasse no corpo de uma criatura fantástica. O interior, praticamente 2000 m² de labirintos, possui uma sala psicodélica que imita o interior de um cristal, várias instalações artísticas que associam os cristais a obras de Andy Warhol, Salvador Dalí, Marc Chagall, Joan Miró, Pablo Picasso, além de curiosidades como o menor (de 0,87 milímetro) e o maior (62 quilos), cristal já lapidado no mundo. O visitante mergulha no mundo cheio do esplendor do cristal. É um lugar de emoções e um fenômeno moderno no meio das montanhas do Tirol.
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O logotipo
O logotipo original da marca SWAROVSKI era uma flor chamada edelweiss, que tem a aparência de uma estrela. Foi substituída pelo atual cisne estilizado que serve como logotipo desde 1988. Todas as esculturas são marcadas com esse logotipo.
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Dados corporativos
● Origem: Áustria
● Fundação: 1895
● Fundador: Daniel Swarovski
● Sede mundial: Wattens, Tirol
● Proprietário da marca: Swarovski AG
● Capital aberto: Não
● CEO: Markus Langes
● Presidente: Helmut Swarovski
● Faturamento: €3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 1.300
● Presença global: + 120 países
● Presença no Brasil: Sim (8 lojas)
● Funcionários: 26.000
● Segmento: Joalheria
● Principais produtos: Objetos, componentes e jóias em cristais
● Ícones: O cisne de seu logotipo e os bichinhos de cristais
● Website: www.swarovski.com
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A marca no mundo
Atualmente a empresa conta com mais de 1.300 lojas espalhadas por 120 países ao redor do mundo. Sem perder o brilho nas passarelas dos templos da moda, os cristais – fabricados a um incrível ritmo de 300 milhões de unidades por dia, em 50 mil variações de cores, formatos e tamanhos – também reluzem em produtos de categorias tão díspares quanto roupas e acessórios, móveis e objetos de decoração, eletrodomésticos e telefones celulares. Outras subsidiárias da empresa produzem equipamentos ópticos, como binóculos e lunetas, e refletores de sinalização para estradas.
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Você sabia?
● Atualmente a SWAROKSKI tem parcerias com designers e marcas como Yves Saint Laurent, Armani, Versace, Gucci e Prada, além de designers de vanguardas como Hussein Chalayan, Alexander McQueen e Viktor & Rolf.
● O STRASS, nome que se tornou sinônimo de brilho, foi patenteado pela SWAROVSKI para identificar as pedras que originalmente ornamentavam seus lustres de cristal.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com.br/2007/08/swarovski-os-cristais-da-moda.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Como conectar o bluethooth Sansung Wep200 ao Blackberry curve

Simples...
Segure apertado o botão multifuncional por 10 segundos, vai acender uma luz azul e ficará constante, isso significa que o bluethooth estará pronto para emparelhar.
Pegue seu celular, vá em ferramentas, vá em bluethooth e clique em pesquisar, vai aparecer wep200 Sansung, confirma a solicitação e pronto.
Geralmente esses dispositivos pedem senhas, geralmente essas senhas são 0000 ou 1234 ou 9999.
Boa sorte!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Marketing de inteligência

Quais são as sugestões para uma pequena empresa prospectar clientes começando do zero?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2012!

Esse ano foi super difícil no aspecto profissional, as coisas não andaram como eu gostaria.
Eu sei, nem sempre é como a gente quer, por isso, em 2012 as coisas irão melhorar em todos os sentidos.
Um amigo mandou uma mensagem e adorei, compartilhei ela com vários amigos e gostaria de compartilhar aqui também..." Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia, vou construir um castelo!" Fernando Pessoa.
Feliz 2012 à todos!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Giorgio Armani

MILAN-Luxottica Group SpA (NYSE: LUX) e Armani Group anunciou hoje que uma Carta de Intenções foi assinado um acordo de licença exclusiva para a distribuição de concepção, fabrico e global de sol e óculos de prescrição sob as marcas Giorgio Armani, Emporio Armani e A / marcas X, a partir de janeiro de 2013. A Carta de Intenções, que não é vinculativa, é preliminar à assinatura de um contrato de licença de dez anos com a Luxottica.

Safilo Group (SFL.MI) foi informado pelo Grupo Armani da sua decisão de não renovar sua licença de óculos e óculos de sol além da data de expiração de 31 de dezembro de 2012.

"Em 1988 Giorgio Armani e Luxottica começou uma jornada de muito sucesso juntos", disse Andrea Guerra, CEO da Luxottica. "Armani representa valores que estão em perfeita sintonia com o nosso. Estamos, portanto, animado para trabalhar juntos novamente, em uma parceria que com certeza vai ser mutuamente benéfica. "

O Grupo Giorgio Armani é um dos líderes da moda e grupos de bens de luxo no mundo. A empresa projeta, fabrica, distribui e vende produtos de moda e estilo de vida de produtos, incluindo roupas, acessórios, óculos, relógios, jóias, perfumes e cosméticos, e móveis de casa, sob uma variedade de marcas. O Grupo é composto por mais de 5.300 funcionários diretos e 12 fábricas, bem como de 650 lojas em todo o mundo (propriedade directa e independente de terceiros) em 46 países.

De acordo com um comunicado da Safilo, as vendas da empresa por meio de licenças do Grupo Armani foram de aproximadamente € 165 milhões em 2010 e 125.000.000 € nos primeiros nove meses de 2011. "À luz da não renovação e com base no atual portfólio de marcas, o grupo de médio prazo as metas financeiras, comunicada em 29 de setembro, seria inferior em cerca de € 150-200000000 no nível da venda líquida em 2015", disse a empresa.

A declaração passou a dizer que, "Safilo está confiante de que pode alcançar os seus negócios a médio prazo e as metas econômicas do aprofundamento de seu portfólio atual de marcas, novas marcas próprias Safilo e futuros acordos de licenciamento adicionais
fonte:http://www.visionmonday.com/ViewContent/tabid/211/content_id/31185/catId/94/Default.aspx

Giorgio Armani

MILAN-Luxottica Group SpA (NYSE: LUX) e Armani Group anunciou hoje que uma Carta de Intenções foi assinado um acordo de licença exclusiva para a distribuição de concepção, fabrico e global de sol e óculos de prescrição sob as marcas Giorgio Armani, Emporio Armani e A / marcas X, a partir de janeiro de 2013. A Carta de Intenções, que não é vinculativa, é preliminar à assinatura de um contrato de licença de dez anos com a Luxottica.

Safilo Group (SFL.MI) foi informado pelo Grupo Armani da sua decisão de não renovar sua licença de óculos e óculos de sol além da data de expiração de 31 de dezembro de 2012.

"Em 1988 Giorgio Armani e Luxottica começou uma jornada de muito sucesso juntos", disse Andrea Guerra, CEO da Luxottica. "Armani representa valores que estão em perfeita sintonia com o nosso. Estamos, portanto, animado para trabalhar juntos novamente, em uma parceria que com certeza vai ser mutuamente benéfica. "

O Grupo Giorgio Armani é um dos líderes da moda e grupos de bens de luxo no mundo. A empresa projeta, fabrica, distribui e vende produtos de moda e estilo de vida de produtos, incluindo roupas, acessórios, óculos, relógios, jóias, perfumes e cosméticos, e móveis de casa, sob uma variedade de marcas. O Grupo é composto por mais de 5.300 funcionários diretos e 12 fábricas, bem como de 650 lojas em todo o mundo (propriedade directa e independente de terceiros) em 46 países.

De acordo com um comunicado da Safilo, as vendas da empresa por meio de licenças do Grupo Armani foram de aproximadamente € 165 milhões em 2010 e 125.000.000 € nos primeiros nove meses de 2011. "À luz da não renovação e com base no atual portfólio de marcas, o grupo de médio prazo as metas financeiras, comunicada em 29 de setembro, seria inferior em cerca de € 150-200000000 no nível da venda líquida em 2015", disse a empresa.

A declaração passou a dizer que, "Safilo está confiante de que pode alcançar os seus negócios a médio prazo e as metas econômicas do aprofundamento de seu portfólio atual de marcas, novas marcas próprias Safilo e futuros acordos de licenciamento adicionais
fonte:http://www.visionmonday.com/ViewContent/tabid/211/content_id/31185/catId/94/Default.aspx

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Essilor

Forbes Ranks Three Optical Companies Among ‘World’s Most Innovative’
August 15, 2011 12:21 AM

DALLAS—Essilor International was recently named to Forbes magazine’s list of “The World’s Most Innovative Companies,” which appears in the Aug. 8 issue of the business magazine. Essilor, which was ranked number 25 on the list, was recognized for its innovative eyeglass lens production.

“Essilor and our employees are honored to be recognized for our contributions to improve people’s vision around the world,” said Hubert Sagnieres, CEO of Essilor International. “Since 1848, innovation has been a driving force at the heart of Essilor’s success. We look to innovate in our groundbreaking research and development [R&D] programs as well as throughout every aspect of our operations, from corporate culture and employee benefits to customer service and anticipation of market changes.”

Essilor’s approach to innovation relies on an extensive network of international partnerships involving, universities, industrial groups and innovative subject matter experts, including the CNRS (National Scientific Research Center) in France and SERI (Singapore Eye Research Institute). Essilor adapts technologies employed in different scientific disciplines in the design of its new products.

Two other optical companies made the Forbes list: Alcon ranked number 21, and Corning ranked number 69. The full list of winners and related stories is available now online at www.forbes.com/innovative-companies

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Optometrista


Profissão de optometrista pode ser regulamentada





Leonardo Prado



Marçal Filho: não há conflito entre optometria e oftalmologia.

A Câmara a analisa o Projeto de Lei 369/11, do deputado Marçal Filho (PMDB-MS), que regulamenta a profissão de optometrista. São considerados habilitados ao exercício profissional os portadores de diploma de conclusão de curso superior em Optometria, expedido por escolas reconhecidas pela autoridade competente da educação, ou por escola estrangeira, desde que tenham revalidado e registrado seu diploma no Brasil.

O projeto define como atividades do optometrista:
- examinar e avaliar a função visual, prescrevendo soluções ópticas nos casos de ametropias;
- orientar técnica e esteticamente o usuário de óculos e lentes de contato; e
- adaptar os óculos e as lentes de contato às necessidades do usuário.

Atendimento primário
Os optometristas são os profissionais responsáveis pelo atendimento primário da função visual. Atuam diretamente na prevenção de problemas oculares e na correção de disfunções visuais. Representam a primeira linha de atendimento dos problemas mais comuns da população e fazem a triagem dos casos mais complexos ou graves, remetendo-os aos oftalmologistas.

No Brasil, universidades como a Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e a Ulbra, no Rio Grande do Sul, já oferecem formação em Optometria.

O profissional optometrista não utiliza nenhum medicamento ou técnica invasiva ao corpo humano. Todos os equipamentos são de caráter observacional e direcionados à avaliação quantitativa e qualitativa da visão.

Ele é preparado para reconhecer uma alteração visual de ordem patológica ocular ou sistêmica, encaminhando, nestes casos, a um profissional da área médica, realizando assim seu trabalho de prevenção.

Competências
Marçal Filho diz que não têm fundamento as alegações de que a optometria usurpa as competências da medicina oftalmológica. “Se assim fosse, a optometria não seria permitida na imensa maioria dos países. O optometrista trabalha em harmonia com outros profissionais de saúde, sendo um dos elos fundamentais na equipe multidisciplinar e multiprofissional, em benefício da saúde da população”, afirma.

Ele lamenta que a consulta com oftalmologista no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) seja hoje muito difícil. “O SUS e a população brasileira precisam da optometria, que poderia, por exemplo, tornar realidade o atendimento primário qualificado da grande massa de alunos da educação básica, identificando problemas visuais e fazendo a triagem dos casos patológicos que necessitem de atendimento especializado”, propõe.

Marçal Filho cita ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o optometrista como o responsável principal pelo atendimento primário da saúde visual.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania

Fonte:
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/200350-PROFISSAO-DE-OPTOMETRISTA-PODE-SER-REGULAMENTADA.html

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Sugestão de leitura

Estou lendo o livro Start-Up, do meu amigo Pedro Mello, vale a pena conferir.
A leitura é rica para quem gosta de empreendedorismo, conta a trajetória de vários empresários brasileiros.
À venda na Saraiva.

Sugestão de leitura...

Estou lendo o livro Start-Up, do meu amigo Pedro Mello, vale a pena conferir.
A leitura é rica para quem gosta de empreendedorismo, conta a trajetória de vários empresários brasileiros.
À venda na Saraiva.

Lançamento do livro Star-tup, do meu amigo Pedro Mello.

Estou lendo o livro Start-Up, do meu amigo Pedro Mello, vale a pena conferir.
A leitura é rica para quem gosta de empreendedorismo, conta a trajetória de vários empresários brasileiros.
À venda na Saraiva.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Brasileiro compra mais óculos e setor vai a R$ 15,8 bi | Valor Online

Brasileiro compra mais óculos e setor vai a R$ 15,8 bi | Valor Online

Rapidinha do Valor Econômico

O brasileiro compra mais óculos e setor vai a 15,8 bilhões...impulsionado pelas vendas de lentes multifocais...falta vender óculos completo para 40 milhoes de pessoas...para esse ano são esperados crescimento de 30% em relação ao ano passado...e aí, vai ficar parado? Gostaria de parabenizar a rede de ópticas Mitani, cujo proprietário investe em capacitação.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Track&Field

Track&Field anunciando óculos no Valor Econômico, marketing direto ao público alvo...

D´pil a depilação inteligente!

Rapidinhas direto do Jornal Valor Econômico

Luxottica aumentou o faturamento em 88% no trimestre****John Galliano foi demitido da Dior por fazer comentários antissemita****Resta saber se a Marcolin irá cancelar o contrato com o mesmo***eu acho que deveria****

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Rede de Ópticas

Parabéns ao grupo Diniz, até 2015 serão mil lojas...faturamento atual de 300 milhões com quase 500 lojas, significa muito mais emprego e distribuição de renda, a empresa investe 60 milhões em mídia, a matéria completa no Valor Econômico de 25/02/2011.
Se o varejo consegue investir essa fábula, por que o atacado investe tão pouco?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

D´pil Vila Madalena

D´pil Vila Madalena,
Rua Fradique Coutinho, 1395
Em breve, maiores informações, visite o site www.dpilbrasil.com.br

Luxottica terá rede de lojas no Brasil


Saiu no Valor Econômico que Luxottica terá rede de lojas no Brasil e em outros países da América do Sul, para mim, isso é uma boa informação, significa que nosso varejo ainda tem muito a ser explorado.
Para ver matéria na íntegra, Valor Econônmico de 17/02/2011 página B4 em Empresas e Serviços.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vendo Roupas de chuva da Triumph



Vendo macacão de chuva da Triumph (usei 1 vez).
Venda calça de cordura da Triumph.(usei 1 semana)
Ambos com pouquíssimo uso, estão novas

Vendo Moto Tiger 2004


Vendo moto Tiger 2004 tirada em março de 2005.
único dono, 61 mil km, revisada, cavalete central, manopla aquecida, top case, malas laterais, documento em ordem, ipva 2011 pago...

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

BMW

24.5.06BMW
Quando aparecer em um retrovisor as tradicionais grades dianteiras gêmeas, o motorista, por mais alienado que seja, sabe que ali atrás está um mito, uma das marcas mais influentes do mundo no setor automobilístico: BMW. E o melhor a se fazer é deixá-lo passar e contemplar seu designer sem igual, mesmo que por alguns rápidos segundos, antes que ele desapareça.
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A história
A BMW (Bayerische Motoren Werke), em português “Fábrica de Motores da Baviera”, começou com uma origem modesta em 1916, quando foi fundada por Karl Friedrich Rapp e Gustav Otto após a fusão de dois fabricantes de motores de avião da cidade de Munique: a Rapp Motorenwerke e a Gustav Otto Flugmaschinfabrik. Pouco mais de um ano depois, a empresa foi rebatizada com o nome que mantém até hoje. A Primeira Guerra Mundial proporcionou um crescimento rápido à empresa, que logo construiu amplas instalações a leste do antigo aeródromo de Oberwiesenfeld em Munique. Até 1918, forneceu motores para aviões militares. Sua história começou a mudar quando o Tratado de Versalhes, assinado após o fim do conflito mundial, proibiu à Alemanha de fabricar motores para aviões durante cinco anos.
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A BMW então, passou a fornecer motores de quatro cilindros para caminhões e barcos. A empresa deve o sucesso de seus produtos na fase inicial ao visionário engenheiro Max Friz. Um motor de seis cilindros para aviões, desenvolvido por ele, valeu à empresa, em 1919, o primeiro recorde mundial de sua história: o de altitude de vôo, com 9.760 metros. Foi ele também que desenvolveu a primeira motocicleta da marca BMW, chamada R 32, com motor boxer de dois cilindros, lançada no Salão de Berlim em 1923. Utilizou o princípio de construção mantido até hoje nas motocicletas da marca: motor boxer e transmissão secundária por eixo cardã.
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Porém a BMW precisava se estabelecer no setor dos carros utilitários com menores dimensões. Em 1928 compra uma fábrica de carros em Eisenach/Thuringia e, junto com ela, uma licença para produzir um pequeno automóvel chamado Dixi, baseado no Austin Seven inglês, com motor de válvulas laterais de 15 cv e 748 cc, que foi rebatizado com o nome de Dixi 3/15. O carrinho adquiriu grande popularidade, ajudando e muito a superar as dificuldades durante a grande crise econômica da época. Posteriormente, lançou-se no mercado o primeiro carro com logotipo BMW, também chamado 3/15, devido à sua semelhança com o modelo anterior. Até o início da década de 30, o aperfeiçoamento visual e técnico tinha sido tão importante que os automóveis produzidos não lembravam em nada os modelos originais. Eram, no entanto, desenhos provisórios, pois as oficinas da BMW já estavam desenvolvendo exemplares de uma série de carros com motor de seis válvulas, que fariam a empresa famosa em toda Europa e lhe proporcionariam, inclusive, grande fama nos circuitos esportivos. Portanto, o modelo 303, lançado em 1933, foi o verdadeiro antecessor dos atuais BMW. Este modelo foi o primeiro automóvel com as tradicionais grades dianteiras gêmeas.
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No ano das Olimpíadas de Berlim, em 1936, introduz o carro esportivo mais bem-sucedido da Europa na categoria de dois litros: o BMW 328. No fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a BMW estava totalmente destruída. Perderam-se as fábricas de Eisenach, Dürrerhof, Basdorf e Zühlsdorf. A sede em Munique também havia sido destruída. As forças aliadas vitoriosas proibiram a BMW de operar durante três anos devido à produção de motores de aviões e foguetes que ajudaram o regime nazista. Em 1948, a motocicleta BMW R4, com motor de um cilindro, sai das linhas de produção da fábrica de Munique sendo o primeiro produto pós-guerra. Somente em 1951 a empresa produziu seu primeiro automóvel pós-guerra, o modelo 501. Entrou em produção no ano seguinte, mas foi um fracasso financeiro.
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Em 1962, o modelo 1500 estabelece a tendência da filosofia de designer da empresa. É o primeiro de uma nova categoria de automóveis esportivos e compactos de turismo. Nas décadas seguintes a BMW, além de lançar modelos históricos, introduziu tecnologia de ponta como em 1979 quando desenvolveu a primeira eletrônica digital para motores; fornecendo o primeiro modelo BMW de carro blindado; e iniciando pesquisas para o desenvolvimento de motores de hidrogênio; ou como na década de 80 quando o sistema de freios ABS foi adotado na produção em série, e os primeiros modelos europeus equipados com catalisador (1984). No ano da queda do muro de Berlim em 1989, a BMW atinge mais um recorde com a produção de meio milhão de automóveis.
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A linha do tempo
1956
● Lançado o modelo BMW 507, um raro exemplar para os colecionadores mais abastados.
1971
● “Só um BMW ultrapassa um BMW”, dizia a publicidade da marca no início dos anos 70. E o BMW 2002, principalmente a versão Tii, fazia jus ao anúncio. Produzido até 1975, foi um dos cupês mais importantes da década.
1972
● Durante o ano das Olimpíadas de Munique, é produzido o primeiro automóvel da Série 5.
1973
● Introduzido o BMW 2001, o primeiro carro turbo produzido em série do mundo.
1975
● Surgimento do primeiro automóvel da Série 3 em substituição a linha 1600/2002.
1976
● Apresentação dos cupês da Série 6.
1977
É a vez dos automóveis da Série 7 estrearem no mercado.
1985
● O modelo 325 iX torna-se o primeiro com tração nas quatro rodas.
1988
● Lançamento do modelo Z1 ROADSTER.
● Também foi introduzida a K 100, única motocicleta do mundo equipada com ABS e catalisador.
1990
● Lançamento da Series 8, uma linha de automóveis equipados com motores de doze cilindros. O modelo mais famoso da linha foi o BMW 850i que continuava a grande tradição da marca alemã reinterpretada em novo tempo: era uma série completamente nova, com capacidades e feitos técnicos nunca vistos. A marca optimizou todos os aspectos do carro e estabeleceu padrões bem elevados, criando assim a aura original do cupê.
1996
● Lançamento do BMW Z3, primeiro carro da montadora não produzido na Alemanha. O modelo ganhou fama através do filme 007 Golden Eye, onde o famoso agente secreto James Bond conduzia o modelo por estradas cubanas. Foi produzido até 2002.
1998
● Lançamento do BMW X5, primeiro veículo esportivo utilitário da marca, que se tornou um de seus maiores sucessos do mercado.
2003
● Lançamento do BMW Z4, desenhado por Chris Bangle e introduzido no mercado para substituir o famoso modelo Z3. Este roadster conversível de 2 lugares ganhou sua versão cupê em 2005.
● Lançamento do BMW X3, um utilitário esportivo de tamanho médio.
2004
● Lançamento da BMW Series 1, uma linha de automóveis compacto que estreou com um modelo hatchback de cinco portas. A partir de 2007, a série com uma versão cûpê (berlina de 3 portas) e uma versão cabriolet (conversível), com capota em lona. Fazem parte desta linha modelos como o 118i e o 120i.
2008
● Lançamento do BMW X6, um utilitário esportivo que mistura características dos modelos X5 (estilo e tamanho) e Série 6 (frente, espaço interno e classe).
2009
● Apresentação do BMW X1, um pequeno e compacto utilitário esportivo que mais parece uma perua . O novo modelo terá todo tipo de auxílios eletrônicos á direção, incluindo controle de estabilidade, distribuição eletrônica de frenagem e controle dinâmico de tração. Além disso, três tetos estarão disponíveis, teto solar convencional duplo e teto panorâmico.
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As motocicletas
A história da marca alemã com motocicletas começou antes mesmo da produção de automóveis, em 1923 quando o modelo R32, projetado pelo engenheiro Max Fritz, estreou nos salões de Paris e Berlim. Este modelo apresentava as características básicas das futuras motos da marca: motor boxer de 2 cilindros e transmissão secundária por eixo cardã. Era o início de uma história de sucesso. No ano seguinte o chefe de desenvolvimento, Rudolf Schleicher, desenvolve uma versão esportiva do motor R32 e o instala na motocicleta modelo R37, com a qual Franz Bieber conquista para a BMW o campeonato alemão de velocidade. Nos anos seguintes a montadora desenvolve modelos revolucionários como a R39, apresentada em 1925, primeira monocilíndrica da marca, com motor de 250cc e 6,5hp; a BMW R62, em 1928, com motor de 750cc, permanecendo como a moto de maior cilindrada da marca até 1973; a R12, introduzida em 1935, primeira motocicleta equipada com suspensão dianteira telescópica; e a R51, equipada com suspensão traseira com pino oscilante em 1938. Com a Segunda Guerra Mundial surge a R75 militar, equipada com side-car e tração tanto na motocicleta como no side-car. Em 1948, após o término do conflito, a fábrica da BMW estava praticamente destruída. Um pequeno grupo de funcionários conseguiu começar a montar novamente as motocicletas utilizando peças que sobraram dos modelos militares, iniciando a produção com o modelo R24 de 250cc.
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Em 1951 é lançada a R 51/3, primeira motocicleta boxer do pós-guerra, que possuía novo desenho e tecnologia. Este modelo ficou conhecido como “a indestrutível”, tamanha era a resistência e qualidade das peças empregadas na sua fabricação. A fábrica de motocicletas foi transferida de Munique para Berlim, em 1970, aproveitando-se de incentivos do Governo alemão necessários para produzir uma motocicleta mais econômica que pudesse competir com as japonesas. Foi introduzido então o modelo série/5, seguido, em 1973, do série/6, e modelos de maior cilindrada (900cc), como a R90/6 e a esportiva R90 S. Pela primeira vez uma motocicleta BMW de série ultrapassa a marca dos 200km/h. Era a resposta alemã ao sucesso da CB750 da Honda. A BMW introduz em 1976 a série/7 incluindo a R100RS de 1000cc, a primeira moto de série no mundo com carenagem integral. O sucesso da carenagem foi tão grande que imediatamente os proprietários dos modelos anteriores atualizaram suas motocicletas incorporando a carenagem da R100RS.
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A divisão de motocicletas para competições, conhecida como BMW Motorrad, conquistou ao longo de sua história vitórias importantes como no Rali Paris-Dakar em 1981 com Hubert Auriol (primeira vitória na competição), feito que se repetiu em 1983 e nos dois próximos anos, desta vez com o piloto Gaston Rahier. A marca também fazia sucesso no Rally dos Faraós e no Baja Califórnia. Em 1987 encerrou-se a participação da BMW como equipe oficial. Mesmo assim, a marca continuou obtendo destaque com pilotos que utilizavam as motocicletas da marca. Eddy Hau, por exemplo, venceu a categoria Marathon do Paris-Dakar em 1988 e Jutta Kleinschmidt, em 1992, tornando-se a primeira mulher a correr a prova. Após dez anos de afastamento, a BMW voltou a se envolver com o Paris-Dakar em 1998. No ano seguinte, o francês Richard Sainct venceu a competição. Em 2000, ganhou os quatro primeiros lugares, com Sainct em primeiro seguido por Oscar Gallardo e Jimmy Lewis. Em 2001, a BMW mudou o foco e começou a organizar sua própria competição, batizada de Boxer Cup. A BMW produz exclusivamente motocicletas com mais de 500 centímetros cúbicos, das quais vende cerca de 100 mil unidades anualmente. O faturamento com esta divisão para o Grupo BMW supera €1 bilhão.
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A nomenclatura
A montadora alemã utiliza nomenclaturas, 3 dígitos numéricos seguidos de uma ou duas letras, para identificar seus modelos. O primeiro número é a série do automóvel. Os dois próximos números representam a deslocação do motor em litros multiplicados por 10. As letras significam: d = diesel; i = gasolina; x = all wheel drive, l = long wheel base; c = par. Por exemplo, o modelo 760il é um automóvel da série 7, com motor 6.0l movido à gasolina.
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A evolução visual
O logotipo circular da BMW é uma lembrança do produto original produzido pela empresa alemã: o avião. Lembra uma hélice em rotação vista de frente. Isto porque muitos aviões eram pintados com as cores das suas regiões e aqueles da “Bavarian Luftwaffe” estavam pintados de azul e branco, correspondendo às cores do Brasão da Baviera. Diz-se que um piloto viu a hélice com alternados segmentos de branco e azul, e daí veio a idéia para a concepção do logotipo. Ele foi criado depois que Karl Rath e Gustav Otto conseguiram permissão do governo alemão para produzir motores de avião em 1917. O primeiro carro a ter o símbolo da marca alemã foi o modelo Dixi 3/15 de 1928. Ao longo dos tempos o logotipo sofreu pequenas alterações bastantes suaves aos olhos dos consumidores.
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Os slogans
Em 1975 surgia o mais poderoso e influente slogan na história da indústria automobilística: “The Ultimate Drive Machine”. Seria difícil ou pouco provável substitui-lo. Mas em 1993, a BMW tornou-se o foco das atenções no IAA (Internationale Automobil-Ausstellung) em Frankfurt, qunado lançou um novo conceito sob o slogan “Mobilidade é vida”. Atualmente a marca utiliza o slogan global “Sheer Driving Pleasure” (Puro prazer em dirigir). Veja abaixo como o slogan é interpretado em outros países:
Pelo prazer de conduzir. (Portugal)
Fraude am Fahren. (Alemanha)
Le plaisir de conduire. (França)
Piace di guidare. (Itália)
Te gusta conducir. (Espanha)
El placer de conducir. (Chile)
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A sede
A imponente sede da BMW, localizada perto da Vila Olímpica de Munique, capital da Baviera, é um enorme complexo que chama a atenção por um edifício original, conhecido como BMW Tower e chamado oficialmente de BMW-verwaltungsgebäude, com quatro marcantes torres cilíndricas contemporâneas, que pretendem simbolizar “prosperidade, autonomia e perfeição técnica com um toque de utopia”. A sede mundial da BMW, projetada pelo arquiteto Karl Schwanzer, ficou pronta, por fora, em 1972, após quatros anos de construção, para os Jogos Olímpicos que se realizaram naquele ano em Munique. Somente no ano seguinte os funcionários se mudaram para lá.
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O complexo é composto ainda por um enorme e completo museu (inaugurado também em 1973) composto por 326 carros históricos da marca e uma sala de cinema com capacidades para 100 pessoas onde são exibidos filmes que contam a trajetória da montadora. Dentro do prédio redondo as rampas e escadas rolantes levam o visitante a viajar pelos mais de 90 anos de história da marca. O prédio é dividido em sete áreas temáticas de exibição, como o House of Design, que introduz os visitantes ao espírito BMW, mostrando o processo de inspiração dos designers e os métodos de criação da imagem da marca; o House of the Company, que apresenta as origens e a evolução da BMW; ou o House of Motor Sport, ala esportiva que relembra as glórias nas competições de automobilismo. O museu ainda dá aos visitantes a possibilidade de conhecer clássicos da montadora, como os modelos Roadster, os Serie 3, 5, 6 e 7, e apresenta as máquinas do futuro, como os visionários carros-conceito movidos a hidrogênio.
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Á poucos metros do complexo está localizado o Centro de Pesquisas e Inovação da montadora. Entrar neste setor sem ser convidado é tão difícil quanto pronunciar o nome desse departamento sem saber falar alemão. O Forschungs und Innovationszentrum (FIZ) é o centro nervoso de todo o desenvolvimento do grupo BMW. Em seus prédios geminados, que vistos de cima lembram o Pentágono, estão guardados os segredos dos futuros projetos das marcas BMW, Mini e Rolls-Royce. Nele trabalham cerca de 8.500 especialistas das mais diversas áreas, desde engenheiros a designers e matemáticos, todos pensando em projetos do futuro. Eles pesquisam novos materiais, combustíveis, formas aerodinâmicas e técnicas de produção, além de estudos voltados para as áreas elétrica e eletrônica. O acesso aos laboratórios só é permitido a superfuncionários como engenheiros, designers ou especialistas em computação, todos portadores de senhas especiais. A imprensa e curiosos geralmente são mantidos a distância.
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Dados corporativos
● Origem: Alemanha
● Fundação: 1916
● Fundador: Karl Friedrich Rapp e Gustav Otto
● Sede: Munique, Bavária (BMW Tower)
● Proprietário da marca: Bayerische Motoren Werke AG
● Capital aberto: Sim (1922)
● Chairman: Joachim Milberg
● CEO: Norbert Reithofer
● Faturamento: €50.7 bilhões (2009)
● Lucro: €204 milhões (2009)
● Valor de mercado: €30.6 bilhões (setembro/2010)
● Valor da marca: US$ 22.322 bilhões (2010)
● Fábricas: 23 (espalhadas por 7 países)
● Vendas globais (veículos): 1.286.310 unidades (2009)
● Vendas globais (motos): 87.306 unidades (2009)
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra e China
● Funcionários: 96.230
● Segmento: Automóveis
● Principais produtos: Automóveis e motocicletas
● Outros negócios: Mini, Rolls-Royce e escuderia BMW (Formula 1)
● Slogan: The Ultimate Driving Machine.
● Website: www.bmw.com
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O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca BMW está avaliada em US$ 22.322 bilhões, ocupando a posição de número 15 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. Além disso, a BMW é a 82ª maior empresa do mundo de acordo com a Fortune 500 de 2010.
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A marca no mundo
Presente em todas as partes do mundo, o grupo BMW emprega mais de 96 mil pessoas em 23 fábricas de produção e montagem espalhadas por 7 países, com faturamento em torno de €51 bilhões. Em 2009 a montadora alemã encerrou o ano com vendas globais de 1.286.310 de veículos das marcas BMW (1.068.770 unidades), Mini (216.538 unidades) e Rolls Royce (1.002 unidades). A divisão de motocicletas vendeu em 2009 mais de 87.306 unidades, gerando um faturamento superior a €1 bilhão.
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Você sabia?
● De acordo com uma pesquisa feita com 67.000 oficinas mecânicas e reparadoras de automóveis dos Estados Unidos, a BMW é considerada a terceira marca automotiva que menos visita as oficinas, em segundo lugar é a Honda e em primeiro lugar a Toyota. A sua maior concorrente Mercedes-Benz ficou em quinto lugar.
● Um pacote majoritário das ações da BMW, no valor de €12 bilhões, encontra-se em mãos da poderosa família Quandt, de origem holandesa calvinista, que emigrou para a Alemanha em 1700. Foi em 1959, que Herbert Quandt assumiu o controle da empresa, ao aumentar sua participação acionária, quando a empresa atravessava então uma séria crise, evitando assim que ela fosse à falência.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Fonte: http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/bmw-ultimate-driving-machine.html

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Óculos em destaque - Luxo

Visão além do alcance
Óticas nacionais voltam seu olhar para a moda, com foco no sucesso das grifes badaladas
Juliana Mariz, especial para o iG | 28/12/2010 07:55
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Compartilhar: O look diário é selecionado com critério. A blusa recém-comprada da marca preferida harmonizando com saia, sapato e bolsa. Também com cuidado são escolhidos brinco, anel e colar. Na composição do visual, atualmente, todos os itens têm pesos semelhantes. E os óculos complementam a regra. De sol ou de grau, mais do que funcional, ele tem status de acessório de moda.


Foto: Reprodução
Modelo pied-de-poule, Ralph Lauren, para acompanhar a estampa nas peças da coleção
O guarda-roupa teve de ser readaptado para abrir espaço para mais e mais modelos. Com o aumento da demanda, um maior número de lançamentos chega ao país anualmente, ao mesmo tempo em que são apresentados no exterior. “Percebemos essa movimentação há uns cinco anos. O cliente pensa: ‘já que tenho de usar óculos, que seja a meu favor, que seja para compor meu visual e me deixar mais bonita’. Os modelos de sol são itens fashion”, afirma Fran Laviere, sócia da La Croisette, no shopping Iguatemi.


Foto: Reprodução
Os óculos dourados, espelhados, usados por Carrie Bradshaw no cartaz de Sex and the City 2, da alemã Mykita, foi o mais comentado de 2010
O modelo mais comentado de 2010 foi o usado por Carrie Bradshaw, personagem de Sarah Jessica Parker, no cartaz do filme "Sex and the City 2". Da marca alemã Mykita, o óculos dourado, espelhado e sem nenhum parafuso, foi a vedete das vitrines da ótica Sella. Há 12 anos, Célia Sella abriu a ótica nos Jardins. O plano era ter apenas um endereço, mas a clientela foi crescendo. Hoje são mais dois pontos: em Higienópolis e no shopping Cidade Jardim, aberto há quatro meses. “Os clientes querem ter mais comodidade e facilidade para ir até a loja”, diz Célia.

Foco na estética

Nas óticas de luxo, atendimento qualificado e serviço eficiente são atributos prioritários. O desafio dos lojistas agora é agregar ao vendedor de perfil técnico um olhar mais estético. “Eles eram mais resistentes, mas agora se interessam mais por moda. É fundamental que o vendedor saiba que Ralph Lauren lançou armação xadrez porque há essa padronagem em sua coleção”, completa Fran. Segundo ela, óculos retrô e estilo gatinho estão em alta.

Marcos Amaro, presidente da OpArt, nos Jardins, acredita que o rosto é um cartão de visitas. Portanto, deve ser tratado com apuro. “Óculos hoje é muito mais que um acessório de saúde. É um meio de expressão de moda e arte e exerce papel fundamental no visual das pessoas”, diz Amaro, que também comanda as Óticas Carol.


Foto: Divulgação
Yves Saint Laurent saudosista: óculos de grau no estilo wayfarer e para o sol, o redondinho tea shadow e o cat eye, no formato gatinha

Em sua loja, projetada por Ruy Ohtake, são vendidos com exclusividade os modelos solares da Burberry, Persol e Salvatore Ferragamo, além de outras 27 marcas. O cliente ainda é atraído por uma galeria de arte, batizada de Galeria da Rua, onde são feitas exposições frequentes para ver e ser visto.



Serviço:
La Croisette, Shopping Iguatemi
Av. Faria Lima, 2232, Jardim Paulistano - São Paulo
Tel: (11) 3032-7975

Sella
Rua Mello Alves, 408, Jardim América - São Paulo
Tel: (11) 3083-4855

OpArt
Rua Oscar Freire, 791, Jardins - São Paulo
Tel: (11) 3062-4404

Fonte:http://luxo.ig.com.br/objetosdedesejo/visao+alem+do+alcance/n1237887270976.html, 21:24h do dia 28/12/10

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Quem quiser, ouça a música do link abaixo, um presente para todos e Feliz Natal...Feliz 2011!

http://www.youtube.com/watch?v=bsuXbkrA_AQ

Paz para 2011

Hallelujah
I’ve heard there was a secret chord
That David played and it pleased the Lord
But you don’t really care for music do you?
It goes like this – the fourth, the fifth
The minor fall, the major lift
The baffled King composing Hallelujah


Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah


Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty in the moonlight overthrew you
She tied you to a kitchen chair
She broke your throne, she cut your hair
And from your lips she drew the hallelujah


Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah


Maybe I’ve been here before
I know this room, I’ve walked this floor
I used to live alone before I knew you
I’ve seen your flag on the Marble Arch
Love is not a victory march
It’s a cold and it’s a broken hallelujah


Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah


There was a time when you let me know
What’s real and going on below
But now you never show it to me, do you?
And remember when I moved in you
The holy dark was moving too
And every breath we drew was hallelujah


Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah


Maybe there’s a God above
And all I ever learned from love
Was how to shoot at someone who outdrew you
And it’s not a cry you can hear at night
It’s not somebody who’s seen the light
It’s a cold and it’s a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Aleluia
Eu ouvi que havia um acorde secreto
Que Davi tocou e louvou ao Senhor
Mas você não se interessa mesmo por música, não é?
É assim - a quarta, a quinta
A menor cai, a maior ascende
O rei perplexo compondo aleluia


Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.


Sua fé era forte, mas você precisou de provas
Você a viu se banhando do telhado
A beleza dela sob a luz do luar te arruinou
Ela te amarrou numa cadeira da cozinha
Ela destruiu seu trono, cortou teu cabelo
E dos seus lábios ela extraiu a aleluia


Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.


Talvez eu já tenha estado aqui antes
Eu conheço este quarto, eu andei neste chão,
Eu costumava viver sozinho antes de conhecer você.
Eu vi sua bandeira no arco de mármore
O amor não é uma marcha vitoriosa
É um frio e triste aleluia


Aleluia, aleluia, o aleluia, aleluia.


Houve uma época em que você me deixou saber
O que realmente contecia lá embaixo
Mas agora você nunca me mostra isso, não é?
E lembra de quando eu me aproximei de você
A escuridão sagrada foi junto também
E cada suspiro que déssemos era aleluia


Aleluia, aleluia, aleluia, o aleluia.


Talvez lá haja um Deus acima
E tudo que eu sempre aprendi sobre o amor
Foi como atirar em alguém que te desarmou
E isso não é um choro que você pode ouvir à noite
Não é alguém que vê a luz
É um frio e triste aleluia


Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia,
Aleluia

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Silmo 2010 premiações

2010, a nova fórmula Silmo Agora, descobrir os indicados:

CATEGORIA "visão"
BBGR com o produto "Anateo Mio"
ESSILOR com o produto "Varilux Physio 2,0
SEIKO com o produto "Seiko Super Resistente Coat

CATEGORIA "WORKSHOP opticien"
Luneau com o produto "Vision Pro"
Nidek com o produto "ME 1200"
WECO com o produto "TRACE HC 2"

CATEGORIA VISÃO "LOW INSTRUMENTO / OPTICAL de"
ETEX com o produto "Transform"
Swarovski Optik com o produto "SWAROVISION Binóculos EL"

Categoria infantil "
Fleys com o quadro "Kids Collection EV-002"
JF frame REY com Gloup, KIDS & TEENS coleção JFREY
Karavan PRODUÇÃO com o quadro "TAGA 4 - M 01" Coleção Kids Karavan
Logo com o quadro "Frou Frou 6114", série Barbapapa
OPTICAL Palent com o quadro "O Grande"

CATEGORIA "renovação da ponte para vender"
Dilema com todas as "conceito dilema Arty"
Face a Face com o recall da marca "POP'ART"
Grotesco quadro com a exposição "Origami"
LOGO mostrar com o "Automatic TAG HEUER"
ODLM & porto com o "catálogo animado de USB"

CATEGORIA FRAME óptica "
IC! Berlim com o quadro "Hyperfine Estrutura"
ORIGINALS KIRK com o quadro "Kinetic"
MICHEL Henauer com o quadro "M7"
ROLF com o quadro "Giulia"
TOM frame DAVIES com "Tom Davies 17 444"

CATEGORIA "telescópio solar"
JACQUES DURAND Lunetier com o quadro "VW02 - Veronika Wilgruber"
LOGO, com a montagem "L Tipo PV TAG HEUER"
Marchon com o quadro "Fendi FS 5091"
EYEWEAR Solmar com o quadro "Tavat 55-16 145 AM002S"
WOOD DIFUSÃO óptico com o quadro "Boucheron ARABESQUE 148,03 BES.

Categoria de equipamento SPORT "
JULBO solar para o programa para ver "RX Trem"
OBJECTT Optik com o quadro "ProGear Eyeguard"

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Campeonato interno de Jiu Jitsu




Domingo, dia 17-09-2010...valendo passagens para United States e 50 kimonos...torçam por mim...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Quer estar por dentro das notícias do mundo óptico?

Simples...acesse o site www.visionmonday.com
Esse site tem um mundo de informações sobre o mundo óptico, ele é a fonte de referencia para as revistas do setor óptico no Brasil e no mundo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

História da Diesel

Diesel

A marca DIESEL, preferida dos jovens “descolados” do mundo inteiro, tornou-se um ícone da moda fashion, principalmente em virtude de seus famosos jeans confortáveis, com cara de usados e caimento impecável, com mais de 40 modelos e 50 tipos de lavagens, que continuam sendo para poucos que gastam muito. A DIESEL, que ousou ao colocar no lado direito do bolso frontal a marca em uma etiqueta transversal, tornou-se um “objeto de desejo”.
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A história
A marca DIESEL foi criada pelos italianos Renzo Rosso e Adriano Goldschmeid, este último dono de uma confecção, no ano de 1978 em Milão. O nome foi escolhido porque a palavra significava exatamente a mesma coisa em qualquer lugar do mundo e podia ser pronunciada da mesma forma em diversos idiomas. Uma indicação clara de criar uma marca de jeans com apelo global. O jeito de simplificar as coisas só deu bons resultados. A DIESEL foi oficialmente lançada no mercado em 1979 através de sua coleção masculina. As calças jeans com aparências de usadas fizeram os varejistas pensarem que Renzo era louco, especialmente quando deu a esses jeans um preço superior. Mas os clientes pensaram de outra maneira, e a marca começou a crescer, especialmente na década de 80 quando teve um crescimento explosivo dentro do mercado italiano, passando a exportar seus produtos já no ano de 1981. Em 1985 Renzo Rosso tornou-se o único proprietário da marca ao comprar a parte de seus sócios, se tornando o grande homem por trás da DIESEL. Cinco anos depois os jeans já eram distribuídos em butiques de 36 países. Foi deste momento em diante que a marca começou um crescimento muito grande. Em 1991 a marca iniciou sua expansão internacional com o slogan “For Successful Living” (algo como “para se viver de forma bem-sucedida”, inspirada em anúncios da década de 50). Em 1996, o empresário italiano deu sua tacada mais ousada: entrou no mercado americano. Instalou sua primeira loja em Nova York, exatamente em frente à maior loja da Levi’s na cidade, em um ato de evidente provocação. O sucesso dos jeans caríssimos e com aparência de anos de uso foi tão grande que o mercado americano tornou-se o maior da marca. Esta década foi o período em que a marca DIESEL mais cresceu graças às exportações. A marca se tornou conhecida por seus catálogos, extremamente radicais e arrojados. A DIESEL vende mais de 25 milhões de calças jeans anualmente. O jeans é feito quase que artesanalmente, num processo que inclui lavagens à mão e água em temperatura controlada. A mão-de-obra é composta basicamente de artesãos: cada costureira da DIESEL ganha o equivalente a cerca de 12 000 reais por mês. Para garantir a pronta entrega para qualquer país, a fábrica deixa à disposição, na Itália, um estoque com cerca de 400 mil peças. Com preços que variam entre US$ 150 e US$ 800 por peça, a DIESEL já deixou para trás, em termos de prestígio, marcas fortes, como a americana Calvin Klein. O sucesso da marca consiste na combinação de criatividade, originalidade, interpretação do futuro, estratégias de comunicação e tecnologia. E muita dose de ousadia, é claro. Antenado ao crescimento e a profissionalização do luxo no mundo, Renzo Rosso, vem expandindo seu poder adquirindo marcas já consagradas como Vivienne Westwood Red Label, NY Industry, Dsquared e belga Martin Margela.
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A linha do tempo
1979
● Lançada a primeira coleção masculina da marca.
1984
● Introduzida a DIESEL KIDS, uma linha de jeans e roupas que combinava cores vivas com design infantil, para as mais novas gerações de “antenados”. Esta sub-marca da DIESEL faz roupas para pessoas de 0-16 anos.
1989
● Lançada a DIESEL FEMALE, primeiras linhas e coleções exclusivamente femininas.
1994
● Introduzida a sub-marca 55-DSL, uma linha de roupas despojadas e arrojadas, destinada aos esportes radicais.
● Ainda este ano lançou sua primeira coleção de óculos.
1997
● Introduzido o primeiro perfume da marca, chamado Diesel Plus Plus. Depois foram lançados outros perfumes como Diesel Zero Plus (1989) e Green (2002).
1998
● Lançamento da linha top DIESEL STYLE LAB (literalmente um “laboratório de estilo” da marca), que primava pela inovação e a ousadia nos tecidos, acessórios e design.
1999
● Introduzida a linha de relógios, em uma parceria com a marca Fossil.
2001
● Introdução da Diesel Denim Gallery Collection, uma coleção limitada de jeans sofisticados e caríssimos, produzidos totalmente à mão em pequenas quantidades.
2002
● Lançamento da coleção Lagerfeld Gallery by DIESEL, criada em parceria com o estilista Karl Lagerfeld. O sucesso foi imediato e as peças sumiram rapidamente das prateleiras da Diesel Denim Gallery, no Soho, em Nova York. Na época do lançamento uma calça exclusiva DIESEL assinada por Lagerfeld custava, no mínimo, o equivalente a R$ 700 - embora algumas peças mais elaboradas chegassem a R$ 5 mil.
2003
● Lançada uma pequena linha de jóias com a marca DIESEL.
2006
● Lançamento, em setembro, da coleção de roupas íntimas para homens e mulheres. Concebida pela equipe criativa da marca, dirigida por Wilbert Das, a linha DIESEL INTIMATE apresentava uma vasta gama de peças, desde as mais ousadas às mais confortáveis e desportivas.
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Campanhas que fizeram história
Não é só o ajuste perfeito do jeans que fez da DIESEL uma das marcas de maior destaque na Itália e no mundo. Além do produto de primeiríssima linha, o que seduz a clientela Diesel, os chamados DIP, Diesel Important People, são as campanhas publicitárias, sempre irreverentes, provocantes e polêmicas. Mais do que comercializar produtos, a marca propõe um estilo de vida e o fato de suas controversas campanhas publicitárias terem imenso apelo junto aos consumidores é inegável. Essas famosas campanhas começaram nos anos 80 e, desde então se caracterizam por possuir um único briefing criativo utilizado no mundo todo e criticar toda a disciplina da publicidade com suas transgressões. Essas campanhas publicitárias, que consomem cerca de US$ 50 milhões por ano, são sempre irônicas e delirantes: as promessas de um viver bem-sucedido são retratadas de forma exagerada e até mesmo absurda. Mostram negros africanos milionários tomando champanhe e comendo caviar em limusines. Ou um casal jovem e sexy, porém maltratado, vestindo jeans moderno e batendo boca em uma desorganizada cozinha dos anos 60, de uma família de brancos pobres. Ou ainda pregam a juventude eterna em anúncios em que modelos de “120 anos” com pele de boneca dão a receita da longevidade. Na década de 80, por exemplo, provocou tremenda polêmica ao veicular uma campanha em que dois marinheiros se beijavam apaixonadamente. A última peça, recém-lançada, segue o mesmo conceito: uma modelo vestida de anjo que faz gestos obscenos para quem olha.
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Uma das ações mais ousadas da marca aconteceu em 2001, quando a garota-propaganda era uma cantora polonesa famosa e decadente chamada Joanna Zychowicz, em cuja existência muitas pessoas passaram a acreditar, com direito a fã-clube, músicas e manchetes escandalosas em um tablóide sensacionalista - tudo “de mentirinha”. O fundador da DIESEL levou pouco mais de duas décadas para transformar uma fabriqueta de calças desbotadas com apelo underground em uma das mais prestigiadas grifes do mundo. E grande parte deste sucesso deve-se a ousada e agressiva linha de comunicação adotada pela marca.
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O hotel
A DIESEL não se contentam em vesti-lo: ela quer hospedá-lo. Tudo começou em 1994 quando Renzo Rosso comprou o decadente hotel Pelican em Miami Beach. Quatros anos depois o hotel, totalmente reformado e decorado pela equipe de estilistas da DIESEL, foi reaberto com o nome Diesel Pelican Hotel. O hotel se transformara em uma hospedaria de primeira classe nem um pouco convencional. Foi criado para ser uma arma extra na estratégia de comunicação da marca e logo virou “point” entre os descolados da moda, da música e do cinema. As trinta suítes foram decoradas cada uma de um modo e receberam nomes inusitados, como “Garota Psicodélica” (um quarto vermelho com cadeiras em forma de coração) e “Uma Fortuna em Alumínio” (com desenhos prateados nas paredes). A decoração era uma interessantíssima mistura de estilos, com mesas e cadeiras dos anos 40 mesclando-se a eletrodomésticos dos anos 60 e bugigangas hi-tech do século 21, como uma televisão de plasma de 50 polegadas na suíte presidencial. Cores fortes nas paredes, ventiladores de botequim no teto, sofás com tecido de zebra, geladeiras antigas encimadas por pingüins de louça, cadeiras Luís XVI. Para alguns, um mau gosto sem tamanho. Para o pessoal da DIESEL (e os seguidores da marca), um grande barato – ou “o único hotel do mundo onde você realmente se sente em casa”. E não parou por aí: toneladas de material foram reaproveitadas de boates, igrejas, escolas e de tudo que tenha sido demolido na Ocean Drive, Miami Beach, uma das avenidas mais descoladas de Miami Beach, pelo designer sueco Magnus Ehrland. “Uma veneração à cultura underground, que remonta aos cineastas John Waters, Pedro Almodóvar e aos desenhos da Disney”, diz o próprio Rosso. Com quartos extravagantes e diárias que chegam a US$ 440, exceto a fantástica suíte presidencial com três quartos voltados para o mar, dois banheiros e TV de plasma (custa US$ 2.500 e só pode ser utilizada quando Renzo Rosso não está nos Estados Unidos), o hotel vive lotado. É lá que a família Rosso (seis filhos de dois casamentos) passa as férias de verão.
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- O gênio por trás da marca
O nome de Renzo Rosso, um italiano de 52 anos filho de agricultores de Brugine, pequeno vilarejo do norte da Itália, já tem seu lugar reservado na história da moda como o criador do império DIESEL. Nascido em Molvena, uma pequena cidade rural no nordeste da Itália, já começou a desenhar suas próprias roupas em 1975, quando era recém-formado em Engenharia Têxtil. Costuma dizer: “Comecei desenhando roupas para mim e para os meus amigos. Queria dinheiro para comprar uma lambreta, só isso. Mas acabei indo um pouco mais longe”. Na mesma época, teve a idéia de criar o Genius Group (do inglês, “grupo de gênios”), uma união de forças de várias pequenas confecções da região, iniciativa que deu origem a marcas bem-sucedidas como Katherine Hamnett, Ten Big Boys e, obviamente, DIESEL. Nos anos 90, o estilista foi nomeado “Empresário do Ano” pela empresa norte-americana de consultoria empresarial Ernst & Young e mencionado pela revista inglesa Select entre as 100 pessoas que mais contribuíram para moldar o novo milênio. Apesar da marca DIESEL ter crescido absurdamente, ele ainda acompanha cada detalhe de perto, desde reuniões de rotina até o processo de seleção de novos funcionários. O lema desse visionário, apaixonado pelo trabalho, é “a Diesel não é a minha empresa, é a minha vida”.
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Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 1978
● Fundador: Renzo Rosso e Adriano Goldschmied
● Sede mundial: Molvena, Vicenza
● Proprietário da marca: Diesel S.p.A.
● Capital aberto: Não
● CEO: Renzo Rosso
● CFO: Antonio Sperati Ruffoni
● Faturamento: US$ 1.6 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 400
● Presença global: 98 países
● Presença no Brasil: Sim (3 lojas)
● Maiores mercados: Estados Unidos, Inglaterra e Japão
● Funcionários: 3.500
● Produção: 25 milhões jeans/ano
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Calças jeans e roupas casuais
● Outras marcas: 55-DSL e Diesel Kids
● Ícones: A etiqueta vermelha e seus jeans
● Slogan: For Successful Living.
● Website: www.diesel.com
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A marca no mundo
A marca de jeans mais cobiçada da atualidade e admirada por astros como Nicole Kidman, Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Brad Pitt, Bruce Willis, Gisele Bundchen, Tom Cruise, Dennis Quaid, Bono Vox, Lenny Kravitz, John Gagliano e Karl Lagerfeld, que tem sede na cidade de Molvena, norte da Itália, está presente em mais de 98 países com cerca de 400 lojas próprias, controlando 15 subsidiárias na Europa, Ásia é América, e empregando mais de 3 mil pessoas. A marca tem cerca de 30 Flagship Stores (lojas âncoras) em cidades como Nova York, Londres, San Francisco, Berlim, Barcelona, Paris, Tóquio, Hong Kong e Roma, além de lojas menores em cidades como Santa Monica, Antuérpia e São Paulo. Hoje, 85% de suas receitas (US$ 1.6 bilhões) vêm do exterior, sobretudo dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Japão. A loja do shopping Iguatemi, o mais sofisticado de São Paulo, é a que mais vende por metro quadrado no mundo.
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Você sabia?
● A marca foi incluída no ranking das mais luxuosas do mundo, ao lado de BMW, Rolex e Chanel.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).


Fonte: http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/diesel-for-successful-living.html#ixzz0v6QG5gR2